Novo Regime Automotivo Brasileiro – Informações

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O Governo Federal anunciou, o Jornal Nacional divulgou, a imprensa escrita explica, mas as dúvidas ainda são muitas em relação ao novo regime automotivo brasileiro.



A partir de janeiro de 2013, o Governo vai vincular as reduções de impostos (que os fabricantes tanto querem) a compromissos de melhorias nos carros fabricados a partir do ano que vem.

O Governo dá incentivo, mas em troca os fabricantes devem investir em pesquisas, a fim de desenvolver veículos melhores, mais seguros e mais duráveis.

Uma das vantagens dessas mudanças é que o carro do futuro gastará em média 13% menos combustível, fazendo com que o proprietário economize até 23% para manter o veículo circulando.



Exemplificando:

Se seu carro hoje faz 14 km com um litro de gasolina, a partir de 2013 o mesmo modelo novo deve percorrer cerca de 17 km por litro.

Os veículos movidos a álcool subiriam dos atuais 9,7 km por litro para quase 12 km/l.

Mas a redução no consumo não é a única vantagem, os investimentos em pesquisas garantirão uma contínua e progressiva evolução e aperfeiçoamento. Não será mais tolerado pelo Governo o comodismo na área.

O regime prevê ainda a obrigatoriedade do uso de peças nacionais, aquecendo o mercado interno nesse segmento.

As tecnologias já disponíveis em carros importados, que alertam o condutor sobre o risco de colisão e outro que controla a estabilidade evitando capotamento, também foram solicitadas pelo Governo às montadoras.

Preços dos Veículos a partir de 2013:

A principal curiosidade do consumidor é sobre os preços dos veículos fabricados a partir de janeiro de 2013. Sobre este tema, o Ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, respondeu à Rede Globo que espera que os preços caiam: “Ao estimular a concorrência, estão vindo para o Brasil novas indústrias, isso vai forçar com que as empresas que já estão estabelecidas por aqui também reduzam seus preços. Queremos carros mais baratos”, ressalta o Ministro.

Por outro lado, a indústria brasileira de carros automotivos não se arrisca a fazer qualquer prognóstico a respeito da redução de preço.

Pela lógica, deveria permanecer no atual patamar de preços, pois se por um lado as indústrias terão que investir mais, as reduções de impostos poderiam compensar os tais investimentos.

Para o consumidor, só resta aguardar para saber se os novos e mais eficientes veículos serão também mais baratos!

Já para as montadoras, só resta cumprir com as obrigatoriedades impostas pelo Governo, caso não queiram ser penalizadas com 30% a mais de IPI.

Por Jaqueline Rebouças



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