Custo/benefício é a grande aposta do Novo Peugeot 408 Allure





Como na maioria das marcas, nota-se um abismo gigantesco entre o que se propõe a lançar a Peugeot europeia e a brasileira. Enquanto que no velho continente a montadora já lança como novidade uma nova geração do 308, inaugurando uma plataforma modular, aqui no Brasil a fabricante tenta se reinventar com o lançamento do novo 408 Allure, uma versão alongada e com três volumes do hatch 308. É o modelo com motor 2.0 e câmbio automático mais barato do mercado, sendo vendido, em média nas versões intermediárias, a partir de R$ 65.990,00.

Mesmo com o preço em conta, o modelo, fabricado na argentina, vende aproximadamente 500 unidades mensais, uma pequena porcentagem apenas do que seus concorrentes diretos, o Honda Civic e o Toyota Corolla, conseguem emplacar.

As alterações para a linha 2014 são pequenas. Apenas houve a retirada da transmissão automática de quatro marchas, estreando uma versão mais moderna com seis velocidades. A chegada desses novos equipamentos tirou a versão Feline de linha, sendo que a Allure passa a fazer o papel de modelo intermediário, já representando 60% das vendas do 408.

O motor continua sendo o 2.0 litros de 151 cv, abastecido com etanol. No entanto, a mudança no sistema de transmissão deixou o sedã um pouco mais esperto, baixando em 1,4 segundo o tempo de aceleração de zero a 100 Km/h. Agora, o modelo atinge a marca em 9,4 segundos. A velocidade máxima segue nos 208 Km/h.

Além das acelerações mais rápidas, o encurtamento das duas primeiras marchas proporcionou uma redução significativa no consumo do carro, assim como retomadas mais eficazes. Na versão com câmbio manual, segue o mesmo de cinco marchas.

Quanto ao design, nenhuma alteração significativa foi feita, continuando o 408 com linhas elegantes e distintas, deixando o carro com um aspecto bonito e esportivo.





Informações mais completas sobre o lançamento do Peugeot 408, esse sedã médio de ótimo custo/benefício, podem ser encontradas no caderno “Auto Mercado & Cia”, reportagem de Igor Macário, da “Auto Press”.

Vale a pena conferir!

Por Mikhael Costa

Foto: Divulgação



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