Nissan Kicks S Manual – Análise e Preço do Carro





Confira aqui os principais pontos positivos e negativos do Nissan Kicks S Manual.

Depois de anunciar a fabricação de seu modelo de SUV, o Kicks, em território brasileiro, a Nissan lançou no mercado três versões do seu novo queridinho, bem ao gosto dos brasileiros, na tentativa de esquentar mais ainda a briga com a concorrência por este mercado crescente.

A versão inicialmente fabricada no México, a SL, passou a ser fabricada em terras brasileiras, mas teve que se adaptar ao concorrido mercado nacional por hora sempre abalado por crises econômicas e ganhou versões mais simples, como a versão S e a SV.

Com as mudanças para o mercado brasileiro, o Kicks teve que incorporar alguns conceitos e itens na tentativa de ganhar espaço e que poderão agradar uma boa parte dos consumidores brasileiros.

Um dos diferenciais é o preço. O modelo estreante da Nissan chega às lojas sem deixar a desejar a seus concorrentes no quesito preço. A versão mais barata custa cerca de R$ 70.000,00. Para quem quer ter seu primeiro SUV na garagem, esta parece ser uma boa opção.

Alguns especialistas testaram o novo modelo que estreia no Brasil e num primeiro momento, as impressões parecem ser as melhores possíveis.

Um dos primeiros itens a ser analisado foi o câmbio manual. Nos modelos fabricados inicialmente no México, no caso o SL, o câmbio automático era o único sistema utilizado nesta versão. Na versão mais simples, a S, a montadora adotou a versão manual com cinco marchas.





Nos testes, o modelo manual mostrou uma maior agilidade, tanto na questão do peso, quanto no fato de que o sistema se mostrou bem curto, o que facilitava a troca de marcha e assim deu uma maior agilidade e maior velocidade nos teste da estrada.

Além disto, as outras diferenças notadas pelos especialistas dizem respeito ao quesito de estabilidade e dirigibilidade. A versão S sai de fábrica com aros 16. Como ele é mais alto que a versão inicial com 17 fabricada fora, o modelo brasileiro mostrou mais conforto e uma maciez ao volante durante os testes.

Com relação ao motor, embora seja menos eficiente que os da concorrência, não deixou a desejar em terras brasileiras.

Além disto, as outras diferenças são com relação ao design e ao estilo interno do novo modelo. As diferenças dizem respeito ao tamanho da tela dos painéis de navegação e a central multimídia e a alguns detalhes que dizem respeito aos detalhes da pintura ou a ausência de opções como a estepe de alumínio em algumas de suas versões.

No geral, a avaliação dos especialistas foi boa e a conclusão é de que vale a pena investir um pouco menos em relação aos concorrentes do mercado para se ter um bom modelo na sua garagem de casa.

Emmanoel Gomes



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