Análise Volkswagen T-Cross 1.0 Manual 2020 – Test Drive





Confira aqui os prós e contras do novo Volkswagen T-Cross 1.0 Manual 2020.

Após três meses da estreia do Volkswagen T-Cross, em território brasileiro, na sua nova versão, bastante completa, equipada com motor 1.4, os especialistas estão se debruçando sobre o modelo mais básico, equipado de motor 1.0, munido de câmbio manual.

A experiência, com os testes, despertou uma série de observações bastante agudas sobre o desempenho do automóvel. Os testes com o modelo T-Cross 200, em TSI manual (que está no valor de 85 mil), abriu um pequeno debate de que a companhia Volkswagen tardou em inserir novas produções neste segmento de SUVs compactos, porém, todo este suposto atraso foi compensado com uma grande produção.




A gigante alemã é altamente competitiva. Segundo nota oficial dos líderes da organização, este novo veículo é consistente o suficiente para fazer frente aos seus maiores rivais, entre eles os grandes modelos produzidos como o Honda HR-V; o Hyundai Creta e o Jeep Renegade.

Os atributos e especificações podem ser relacionados como segue:

Os pontos mais positivos, dentro de uma gradação de qualidades, além do motor 1.0 TSI, munido de turbo e de sistema de injeção direta, são o desempenho que o veículo entrega, sendo de 128 CV, a etanol, e mais 20,4 KGFM em torque, por 2.000 RPM, munido de três cilindros, que permite que o modelo T-Cross partir de zero a 100 km/h na marca de 10,1 segundos.


Portanto, o modelo T-Cross apresenta eficiente desempenho, por mais que os testes tenham desmentido algumas frações de segundos registrados pela fabricante.

Mesmo assim, todo consumidor não será frustrado em sua rotina, na medida em que necessite pisar fundo no pedal do acelerador, já que o pico de torque atinge, nesta linha de produção, aos dois mil giros que auxiliam o veículo a ganhar mais velocidade, por mais que ainda não se tenha alcançado uma eficiência mais abrangente.

Entretanto, ainda que o automóvel esteja muito bem equipado, mantendo um câmbio em seis marchas, supridos de engates e cursos curtinhos que operam de modo eficiente em manter as rotações por minuto (RPM) sempre bastante acima do normal.

É muito importante observar, sendo este um ponto negativo, que os modelos deste tipo, da Volkswagen, munidos de câmbio manual no segmento de SUVs compactos, estão se tornando cada vez mais raros.

Apesar disso, em termos de economia e qualidade, o T-Cross está evidentemente acima de seus rivais. Entretanto, na medida em que os especialistas analisam os valores de mercado, o quesito economia já não é tão evidente, dado que o preço de 85 mil reais torna esta versão um tanto salgada. Mesmo assim, a lista de bons itens é real: sistema de ar-condicionado; a presença de assistente para partida em rampa; o controle eletrônico para estabilidade e para tração; a função de direção elétrica; os faróis munidos de luzes diurnas tipo LED; a função que emite luz de conversão estática; os sensores crepusculares e para a ré; o volante inteiramente multifuncional.

O T-Cross pode ser adquirido, também, em um pacote único, disponível com alternativas que o tornam completo, que é a versão Interactive 1, por R$ 1.720 a mais. Neste caso, ele está equipado de sistema multimídia Composition Touch, que apresenta uma tela de 6,5 polegadas; possui seis alto-falantes; a câmera de ré e os eficientes sensores para estacionamento, na dianteira e na traseira.

A ficha de consumo, com etanol, é a seguinte:

Em meio urbano é de 8,2 km/l; em meio rodoviário é de 11,9 km/l; a média é de 10 km/l e a sua autonomia na estrada registra em torno de 618,8 km.

Paulo Henrique dos Santos

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