Procura pela conversão do carro para GNV aumentou em São Paulo nos últimos meses. Economia com Gás Natural chega a 54% se comparado com a Gasolina.

Um aumento significativo no preço da gasolina e também do etanol fez com que a busca pelo gás natural disparasse no Estado de São Paulo.

Muitos motoristas têm recorrido ao gás natural veicular, ou GNV, como alternativa para escapar dos altos preços dos combustíveis. Essa alternativa se dá pelo fato de que o gás natural pode substituir perfeitamente o combustível utilizado nos veículos automotores. Nas amplas metrópoles, esse recurso tem sido muitíssimo explorado, principalmente por taxistas, que conseguem obter em pouco tempo de uso o retorno do montante investido durante o processo de conversão, em função da economia gerada com o uso do gás natural.

Segundo a Companhia de Gás de São Paulo, somente no mês de fevereiro foram realizadas cerca de 532 conversões. Ainda em conformidade com a Comgás, a economia obtida através do uso de gás natural pode chegar a 54% se comparado com a gasolina e cerca de 57% com o etanol.

Nos dias de hoje, o procedimento para conversão dos motores de automóveis que utilizam gasolina para gás natural está custando cerca de R$ 3.000,00, podendo sofrer algumas variações de acordo com cada região.

O consumo de gás natural ainda contribui com a diminuição de gases poluentes causadores do efeito estufa, como por exemplo, o CO².

Além de todos os benefícios citados anteriormente, o uso contínuo do gás natural, ou GNV, ainda produz outras vantagens aos seus consumidores. Confira abaixo alguns desses benefícios:

  • Após adquirir o Kit de conversão, o condutor possuirá um veículo bicombustível.
  • Uma vez que o gás natural possui aspecto seco, não dilui o óleo lubrificante utilizados nos motores.
  • A cada dia crescem os números de postos de gás natural veicular.
  • A queima do GNV não retém o carbono nas peças do motor, aumentando de forma significativa a vida útil do motor, elevando também o tempo de troca de óleo.
  • A queima de gás natural não ocasiona o acumulo de composto de enxofre, tornando a troca do escapamento bem mais espaçada, ou seja, o motorista diminuirá de forma considerável a necessidade de troca do escapamento do veículo.

Aline Garcez





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