Carro passou por reestilização e ganhou melhorias no motor.

O modelo superesportivo da Nissan, o GT-R, ganhou uma estilização nova que deve deixa-lo ainda mais atraente. Não só o visual ganhou novidades, mas também sua tecnologia e o seu trem de força. Além disso, a empresa japonesa prometeu que o novo GT-R teria versão para ser vendida no Brasil.

O que mudou?

Desde 2007, quando o modelo foi lançado, o GT-R já passou por algumas reestilizações para deixa-lo mais atraente para o mercado e para agradar os consumidores. Dessa vez o carro ganhou acabamento cromado V-Motion, que é a assinatura atual da Nissan.

Para garantir melhor estabilidade o capô foi reforçado e ganhou um para-choque mais robusto e melhor. Uma nova peça foi adicionada ao design do carro, o aerofólio dianteiro. Em geral o design da carroceria sofreu leves alterações que tem como objetivo melhorar o desempenho do carro e aumentar o fluxo de ar, tornando-o mais aerodinâmico.

O motor é outro que ganhou melhorias que implicaram num aumento de 20cv a mais do que a última versão do GT-R possuía. O controle de ignição por tempo individual ajudou a melhorar a arrancada e a dar um impulso a mais na hora da partida.

Completando o design renovado, o GT-R ganhou novas opções de cores, como a Blaze Metallic e também cores para o interior do carro para quem comprar a versão Premium. A cabine poderá ter os tons Samurai Negro, Preto Rakuda, Preto Marfim e Preto Âmbar Vermelho.

Lançamento no Brasil

A data oficial do lançamento não foi divulgada pela montadora japonesa, mas alguns detalhes já são conhecidos. O esportivo será vendido por aqui somente sob encomenda e as vendas devem começar nesse ano.

Já existem alguns GT-Rs circulando pelo Brasil, mas eles são frutos de importação do próprio comprador. A diferença é que agora a concessionária poderá vender os veículos desse tipo.

Não se sabe se todas as versões do GT-R estarão disponíveis ou se somente a versão para uso na rua ou na pista. O preço é uma incógnita igual, mas é bom esperar algo salgado considerando que o carro não é fabricado dentro do país, portanto, terá as taxas de importação sobre o preço.

Por Gizele Gavazzi





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