Modelo conta com mudanças no design e custa a partir de R$ 159 mil.

A montadora Audi lançou na quarta-feira, dia 6, no Brasil, a mais nova geração do sedã A4. Este modelo é carro-chefe da empresa ao redor do mundo e inicia suas vendas a partir de R$ 159.990, prometendo um maior uso de recursos tecnológicos, além de uma grande eficiência energética diante de seus rivais Mercedes-Benz e BMW.

Conforme os executivos da montadora, esta geração do A4, em relação a anterior é totalmente inovadora. Começando por seu desenho, porém, ao olhar rapidamente para o modelo as alterações não são tão eminentes, visto que se trata de uma nova geração, mas olhando atentamente é perceptível que o veículo de fato foi modificado. De início podemos notar a mudança no formato do conjunto óptico, com suas luzes de LED diurnos. O modelo também conta com um desenho no capô, adotando novos vincos em “V”, além de um novo parachoque e uma grade hexagonal.

Internamente a cabine sofre mais reformulações do que na parte externa. O painel passou a ter um design horizontal. Na parte central, a Audi optou por fazer uso de uma tela fixa bem parecida com um tablet, para o sistema multimídia, que também se assemelha muito a escolha realizada pela montadora Mercedes-Benz para alocar a central multimídia. Agora a central passa a ser compatível com sistemas da Apple e CarPlay, além de Android Auto, do Google, para realizar espelhamento de celulares inteligentes.

Os comandos da central multimídia também foram organizados novamente, com o objetivo de torná-los um pouco mais intuitivos. Também foram adicionados oito botões, para que o usuário possa organizar suas ações favoritas, inclusive as estações de rádio. Além disso tudo, a manopla do câmbio acabou ganhando um novo design também.

Embaixo do capô, o modelo conta com um novo propulsor de 2.0 turbo com quatro cilindros. Conforme o consultor técnico da montadora, o motor passou por diversos aprimoramentos com o objetivo de aumentar seu desempenho, sem causar danos para o meio ambiente. Um dos pontos que mais chamou atenção foi o fato de terem adotado o ciclo atkinson para realizar cargas parciais no acelerador, mantendo o giro do bloco em rotações baixas e intermediárias.

FILIPE R SILVA





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