Previsão de chegada do automóvel em solo brasileiro será por volta do primeiro semestre de 2017.

O novo Sedan da Volvo chega ao mercado com concorrentes de modelos conhecidos, como o Audi A6 e a BMW Série 5. Informações indicam que a previsão de chegada do automóvel em solo brasileiro será por volta do primeiro semestre de 2017.

O modelo lançado pela montadora sueca chega ao mercado para concorrer em um nicho que é considerado para poucos de acordo com especialistas do setor, que o resumem como sofisticado e de luxo. O S90 foi lançado juntamente com o V90 pela montadora sueca, com a plataforma do utilitário esportivo XC90, que foi lançado anteriormente.

O diretor comercial da Volvo Cars, afirmou para a imprensa que o S90 irá concorrer diretamente em seu nicho de automóveis de luxo, adquirindo espaço entre os principais modelos de automóveis de luxo, como os alemães que foram citados no início da matéria. A Volvo especula apenas a venda de 1.000 unidades por ano nesse segmento de automóveis no Brasil. A empresa sueca por sua vez quer se apossar de 10% das vendas do mercado, vendendo em torno de 100 unidades do S90, e quem sabe um dia como em analogia ao nome da marca eles possam guiar o segmento de automóveis de luxo.

Todo o luxo do S90 é combinado com a autonomia do automóvel, que em velocidades de até 130km/h se mantém dentro da faixa e ainda enxergar os outro veículos, pedestre, ciclistas , motorista e até mesmo animais de grande e pequeno porte, pensando de forma autônoma para evitar ou diminuir a gravidade e colisões. Mas a fabricante deixa claro que a responsabilidade é do motorista que controlará a velocidade e poderá intermediar sempre que achar necessário.

De acordo com algumas divulgações de especialistas no segmento, preparamos uma síntese sobre o S90. O que chama bastante atenção é o peso e o tamanho do Sedan. São 4,96 metros de comprimento e 1,9 toneladas. Suspeitava-se que a carga seria grande para o porte do que o bloco 2.0 de quatro cilindros suportaria. Entretanto a combinação de turbo com o compressor mecânico, faz com que o carro se comporte bem. O arranque do motor e a sonoridade são excelentes. Mesmo não sendo um esportivo convicto como a BMW, os 320 cv de potência aliados ao torque de 40,8 mkgf, que se dispõem a partir dos 2.200 rpm, fazem com que o motorista obtenha uma resposta eficaz.

Por Denisson Soares

Volvo S90

Volvo S90

Fotos: Divulgação


Queda nas vendas chega a 70%. Principal fator apontado é a alta do dólar.

Nos últimos tempos tem se comentado bastante o fato de que os problemas enfrentados pelo mercado de automóveis, principalmente o de modelos novos, fez com os níveis retornassem a praticamente o mesmo patamar que tinham em 2007. Por outro lado, passando ainda distante da tão falada crise, está o setor das marcas de luxo, que tem conseguido se manter preservado. Entretanto, quem imagina que as marcas de luxo estão todas se dando bem no mercado está profundamente enganado.

Nessa linha milionária algumas das mais conhecidas marcas já vem enfrentando diversos problemas há algum tempo. Entre elas estão a Aston Martin, Maserati, Bentley, Rolls-Royce, Lamborghini e a Ferrari. Essas marcas colocam no mercado modelos que ultrapassam facilmente a faixa de R$1 milhão. Nos dados registrados nos últimos quatro anos, o segmento chegou a encolher 68,3%. E em 2016 ainda não se viu sinal de melhora para o elas.

A consultoria Jato Dynamics divulgou alguns dados sobre a questão. De acordo com ela, foi levado em consideração tanto as vendas realizadas por representantes oficiais quanto aquelas feitas por importadores independentes. Os dados apontam que em 2015 os representantes dessas marcas de alto luxo só conseguiram emplacar 71 unidades.

Esse número vem tendo uma queda acentuada desde 2011. Na época foram vendidas 227 unidades. Em 2012 a queda foi para 169 unidades, em 2013 com uma queda menor chegou a 150 e a 133 emplacamentos em 2014.

Os números que foram registrados no ano passado apenas deixam mais claro o que já se sabia: A queda tem se agravado cada vez mais e sem sinal de variação para o lado positivo.

Para se ter ideia do tamanho do problema, vejamos a situação da marca mais atingida, a Aston Martin. Durante todo o ano de 2015 a marca só conseguiu emplacar no Brasil as inacreditáveis três unidades. Um ano antes, em 2014, foram emplacadas 11 unidades e lá em 2011, 36 carros foram vendidos.

Especialistas tem apontado a alta do dólar como o principal fator influenciador desse nicho.

Em 2015 o dólar chegou a subir 48%. Em 13 anos esse foi o maior avanço.

O cenário sem melhoras já tem feito essas marcas milionárias pensarem em como encarar os problemas por um período bem prolongado e sem perspectivas , ao menos por enquanto, no país.

Por Denisson Soares





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