Índice de Manutenção Veicular é um estudo feito para mostrar a consumidores e a seguradores o custo de manutenção dos carros mais vendidos no Brasil.

O Centro de Experimentação e Segurança Viária, CESVI Brasil, divulgou na última quinta-feira, dia 13 de agosto, que criou o Índice de Manutenção Veicular. Esse índice nada mais é que um estudo feito para mostrar a consumidores e a seguradores o custo de manutenção dos carros mais vendidos no Brasil.

Para que o estudo fosse realizado foi necessário analisar 45 modelos de carros que são movidos a biocombustível, gasolina ou etanol que foram mais emplacados no ano passado, de acordo com as informações da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, Fenabrave.

Os modelos foram avaliados a partir das informações dadas pelos fabricantes nos manuais de instruções, além de considerar os componentes de segurança que necessitam de troca depois dos primeiros 100 mil quilômetros e os componentes de rodagem.

Os conceitos de manutenção foram separados entre preditiva, composta por peças que podem ser trocadas de acordo com o desgaste por mau uso ou uso severo, antes da recomendação do manual, e a preventiva, que são trocadas obrigatoriamente no prazo imposto pela montadora.

Os principais itens de manutenção preventiva são: fluido da transmissão automática, fluido de freio, líquido de arrefecimento, óleo de direção hidráulica, óleo de motor, filtro de ar-condicionado, filtro de combustível, filtro de ar do motor e filtro de óleo do motor. Os itens de manutenção preditiva são palhetas de limpador de para-brisa, pneus, discos, lona, pastilhas, cabos de vela, correia de acessórios, correia dentada, velas de ignição, amortecedores e kit de embreagem.

O índice para cada modelo de carro foi baseado nos custos de cada componente que são aprontados nos manuais, tanto de manutenção preventiva quanto de manutenção preditiva, e dos fluidos a partir da recomendação de acordo com a quilometragem, não por tempo de uso. Também foi levada em consideração a quantidade de manutenções indicadas pelas fábricas e o valor médio de mão de obra. Com as análises feitas, foram calculados todos os custos e o resultado foi uma escala de 10 a 60, sendo 10 a manutenção mais barata e 60 a mais cara. Um Celta 1.0 teve IMV classificado em 20, entanto o Voyage 1.6 teve 21.

Por Jéssica Posenato

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