O mês de julho apresentou nova desaceleração nas vendas de veículos novos, com 227,62 mil unidades comercializadas. O setor que apresentou maior queda foi o de veículos pesados (caminhões).

A FENABRAVE – Federação Brasileira dos Distribuidores de Veículos Automotores – divulgou o balanço das vendas de veículos automotores novos no País no mês de julho e mais uma vez, os números apresentados apontam a desaceleração nas vendas e os reflexos da crise que o setor vem enfrentando neste ano.

Segundo a entidade, nestes sete meses de 2015 foram comercializados e emplacados cerca de 1,534 milhão veículos novos no país. Este número é 21% menor que os emplacamentos realizados no mesmo período de 2014, onde a quantidade comercializada chegou a 1,94 milhão de veículos novos. Na comparação mensal entre o mês de julho de 2014 e julho de  2015, a desaceleração nas vendas chega aos 22,78%. Enquanto em julho do ano passado foram comercializados 294,75 mil de veículos novos, neste último mês de julho as vendas não ultrapassaram as 227,62 mil unidades.

De todos os setores pesquisados, o que apresentou uma queda maior no número de vendas entre janeiro e julho de 2015 foi o setor de veículos pesados (caminhões). Neste período foram comercializadas e emplacadas 43,9 mil unidades, enquanto em 2014 esse número chegou as 76,9 mil unidades, ou seja, uma queda de 42,95% nas vendas neste seguimento.  Somente no mês de julho, foram emplacados 6,5 mil caminhões, enquanto em julho de 2014, a quantidade de caminhões emplacados foi de 12,3 mil unidades, uma redução nas vendas de 47,36% na comparação entre os meses de julho de 2014 e 2015.

Houve também uma redução nos emplacamentos de ônibus nestes sete meses de 2015. Foram 1,39 unidades, o que representa uma queda anual de 38,8% e em relação ao mês de julho de 2014, a queda foi de 5%.

Já os veículos comerciais leves apresentaram uma ligeira alta de 1,2% nas vendas em relação ao mês de junho. Mas, na comparação ao mesmo período de 2014, as vendas e emplacamentos apresentam uma redução que chega aos 21,2%. 

Por André F.C.

Vendas de carros

Foto: Divulgação





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