Confira aqui os prós e contras do novo Suzuki SX4 S-Cross 2019.

Há pouco mais de 12 anos (no longínquo ano de 2006), a montadora japonesa Suzuki começou a produzir um carro chamado Suzuki SX4, que chegaria ao mercado como modelo 2007. O SX4 estava disponível nas carrocerias sedan e hatch e foi desenvolvido pela Suzuki conjuntamente com a montadora italiana FIAT.

Até que no ano de 2013, a Suzuki lançou uma nova geração batizada de Suzuki SX4 S-Cross, sendo agora um mini-SUV, não oferecendo mais a versão sedan. O modelo foi lançado no Brasil em 2015 e sofreu uma reestilização em 2017.

E é desse pequeno SUV que falaremos hoje! Vamos os detalhes:

O S-Cross será importado da Hungria em três versões:

  • 4Style 4×2, com um preço partindo de R$ 111.990 de preço-base
  • 4Style Allgrip com sua tração integral sai a partir de R$ 117.990
  • 4Style S, que é a mais completa e sai por R$ 130.990 de base

Versão mais completa

A versão mais completa, 4Style S, vem de fábrica com 7 airbags, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e teto solar elétrico.

Design

O design (como sempre na Suzuki) é bem discreto. A grade com filetes cromados até nos lembra uma BMW e os faróis com máscara negra deixa o ar mais esportivo. Mas a traseira foi conservadora demais! Ela tem linhas simples e não parece que estamos olhando para um carro do final da Década de 2010.

Interior

O interior [assim como a traseira do carro] é bem conservador e tem bastante plástico duro. A central multimídia é sensível ao toque (touchscreen) e de fácil utilização, mas leva um tempo para você se acostumar, pois tem uma grande quantidade de menus. O carro não oferece as infraestruturas Apple CarPlay nem Android Auto, que são plataformas para utilização das funcionalidades de smartphones em veículos.

O acabamento do interior do carro peca pela grande quantidade de partes plásticas duras espalhadas pela cabine. Alguns botões parecem muito frágeis e outros detalhes entregam que esse é um projeto já ultrapassado, como a tela de apenas uma cor do computador de bordo no centro do painel de instrumentos.

Sistema de tração

O S-Cross tem um sistema de tração chamado All Grip, similar ao sistema da Peogeot, que funciona só nas rodas. Tem dois modos para terrenos escorregadios (lock e snow), modo automático e o modo Sport. O modo Sport joga 15% do torque para as rodas traseiras.

Potência

A maior vantagem do S-Cross está atrás do volante. O motor de 1.4 L turbo tem 146 cavalos (109 quilowatts) e entrega um torque de até 23,5 kgfm. O desempenho lembra um esportivo, com arrancadas rápidas e respostas muito ágeis. Tome cuidado com as câmeras de velocidade nas cidades (São Paulo merece menção honrosa aqui).

Suspensões

A suspensão tem uma boa calibragem, nem muito mole nem muito dura, o que torna o S-Cross um SUV muito gostoso de se dirigir, resistindo bem aos desníveis e buracos das ruas brasileiras.

O S-Cross é o SUV para quem gosta de dirigir sem chamar a atenção. Ele é discreto, anda bem e faz boas curvas. Mas o preço não condiz exatamente ao que o carro entrega.

Consumo

O consumo do S-Cross também nos surpreende por não ser um carro “beberrão”. Em testes realizados por quase 300 quilômetros, o carro obteve médias de consumo muito boas para seu porte: 13 km/L na cidade e 16 km/L na rodovia. A combinação dos dois nos leva a 14,5 km/L abastecido com gasolina, que é a única opção para encher o tanque.

Tecnologia

O carro é bem equipado. Além dos itens citados anteriormente, ele tem tecnologia de ponta em alguns pontos, como controle de velocidade de cruzeiro (cruise control), sistema start-stop (ligar o carro sem precisar inserir a chave), ganchos para colocação de cadeirinhas, sensores de estacionamento e partida do motor sem chave.

Veja mais informações diretamente no site da Suzuki do Brasil clicando aqui.

Por Bruno Rafael da Silva


Confira aqui os principais pontos positivos e negativos do Nissan Kicks S Manual.

Depois de anunciar a fabricação de seu modelo de SUV, o Kicks, em território brasileiro, a Nissan lançou no mercado três versões do seu novo queridinho, bem ao gosto dos brasileiros, na tentativa de esquentar mais ainda a briga com a concorrência por este mercado crescente.

A versão inicialmente fabricada no México, a SL, passou a ser fabricada em terras brasileiras, mas teve que se adaptar ao concorrido mercado nacional por hora sempre abalado por crises econômicas e ganhou versões mais simples, como a versão S e a SV.

Com as mudanças para o mercado brasileiro, o Kicks teve que incorporar alguns conceitos e itens na tentativa de ganhar espaço e que poderão agradar uma boa parte dos consumidores brasileiros.

Um dos diferenciais é o preço. O modelo estreante da Nissan chega às lojas sem deixar a desejar a seus concorrentes no quesito preço. A versão mais barata custa cerca de R$ 70.000,00. Para quem quer ter seu primeiro SUV na garagem, esta parece ser uma boa opção.

Alguns especialistas testaram o novo modelo que estreia no Brasil e num primeiro momento, as impressões parecem ser as melhores possíveis.

Um dos primeiros itens a ser analisado foi o câmbio manual. Nos modelos fabricados inicialmente no México, no caso o SL, o câmbio automático era o único sistema utilizado nesta versão. Na versão mais simples, a S, a montadora adotou a versão manual com cinco marchas.

Nos testes, o modelo manual mostrou uma maior agilidade, tanto na questão do peso, quanto no fato de que o sistema se mostrou bem curto, o que facilitava a troca de marcha e assim deu uma maior agilidade e maior velocidade nos teste da estrada.

Além disto, as outras diferenças notadas pelos especialistas dizem respeito ao quesito de estabilidade e dirigibilidade. A versão S sai de fábrica com aros 16. Como ele é mais alto que a versão inicial com 17 fabricada fora, o modelo brasileiro mostrou mais conforto e uma maciez ao volante durante os testes.

Com relação ao motor, embora seja menos eficiente que os da concorrência, não deixou a desejar em terras brasileiras.

Além disto, as outras diferenças são com relação ao design e ao estilo interno do novo modelo. As diferenças dizem respeito ao tamanho da tela dos painéis de navegação e a central multimídia e a alguns detalhes que dizem respeito aos detalhes da pintura ou a ausência de opções como a estepe de alumínio em algumas de suas versões.

No geral, a avaliação dos especialistas foi boa e a conclusão é de que vale a pena investir um pouco menos em relação aos concorrentes do mercado para se ter um bom modelo na sua garagem de casa.

Emmanoel Gomes





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