A Citroën anunciou novos modelos de seus mais recentes 'DS' em um evento em Paris. A nova Berlina Citroën DS 5LS baseia-se na DS5 e será construída e vendida exclusivamente na China.

O 'LS' no nome significa "sedan de luxo" e será o segundo modelo DS a ser construído na nova fábrica em Shenzhen após o DS5, como a marca joga pesado em um boom de vendas no mercado chinês em rápida expansão.

Com um design claramente inspirado no conceito selvagem Rubis mostrado no Shanghai Motor Show deste ano, o DS 5LS tem um exterior elegante com 'asas' cromadas na frente que circundam a grade e se estendem até os faróis.

Esse recurso é destinado a ser o novo rosto do sucesso DS da sub-marca, e ela vai aparecer em todos os modelos da marca DS futuras, incluindo o novo Citroën DS3 SUV que também deve chegar mais tarde em 2014.

O design de três portas tem mais em comum com o sedan C5 que o DS5, mas compartilha as rodas de liga inteligentes e escape duplo com seu irmão Premium. Em 4,7 metros de comprimento, com uma distância entre eixos de 2,7 metros, a Citroeë afirma que o DS 5LS irá oferecer espaço para as pernas para ajudar a atrair os compradores que desejam ser motoristas. Isso é 0,2 m mais longo que o DS5.

No interior, ele tem o mesmo volante de fundo chato e uma mistura de madeira, couro e plásticos de toque suave projetados para dar uma sensação de luxo. O console central é intitulado em direção ao motorista, e aparelhos como assentos de massagem, um purificador de ar, câmara de marcha e leitor de DVD estão incluídos no carro.

Três variantes de motor a gasolina serão oferecidos: um motor a gasolina turbo de 1.6 litros com 158 ou 197bhp e um motor VTi 132bhp. O motor 1.6 irá impulsionar as rodas dianteiras através de uma caixa automática de seis velocidades com conversor de torque convencional.

Por Jaime Pargan

Citroën DS 5LS

Foto: Divulgação


O Salão Internacional do Automóvel da China apresentou o primeiro veículo elétrico da GM: o Sail Springo EV.

Este veículo é o primeiro modelo feito por uma joint venture constituída pela Shangai GM e pela PATAC (Pan Ásia Technical Automotive Center).

O sail Springo EV conta com baterias com refrigeração líquida que podem ser recarregadas em casa nas tomadas de 220 volts conseguindo chegar a 130 km/h e com uma autonomia de até 200 quilômetros a velocidades médias de 60 km/h.

A GM colocou neste automóvel tecnologias de última geração como freios regenerativos que aproveitam a energia das freadas para a recarga.

Além disso, a recarga de suas baterias demora em média 7 horas e pode ser monitorada pelo celular do proprietário pelo sistema On Star da GM.

Todas estas novidades do Sail Springo EV vão estar disponíveis na China já no ano de 2013 por aproximadamente 41.400 dólares.

Fonte: Car and Driver

Por Ana Camila Neves Morais


Na estreia da 1ª fábrica da Fiat na China, construída para concorrer no mercado automotivo local, a montadora anuncia o início de suas atividades, com a produção do sedan Viaggio.

Segundo as informações divulgadas, a fábrica na China recebeu um grande investimento por parte da respectiva montadora e da chinesa GAC, totalizando US$ 786,7 milhões, usados para garantir a sua construção e funcionamento.

Com o objetivo de produzir, ao ano, 140 mil unidades do sedan Viaggio, a Fiat equipou o modelo com o motor 1.4 l T-Jet, capaz de gerar até mesmo 120 ou 150 cv, conforme a versão. O veículo conta também com 2 tipos de transmissão, a automática de 5 velocidades ou a nova da montadora, com dupla embreagem e 6 marchas.

O investimento da Fiat no mercado automotivo da China, apesar de grandioso, está em atraso comparado com as demais marcas concorrentes, tais como a General Motors e a Volkswagen, que comercializaram 2,55 e 2,25 milhões de veículos em 2011, respectivamente, contra apenas 991 unidades da Fiat.

Sendo assim, o momento é de correr em busca de suas metas a fim de obter o crescimento desejado na China.

Por Anne A. Matioli Dias


A globalização permite que um produto confeccionado nos Estados Unidos seja também visto no Brasil e em outros locais do planeta, mesmo com valores mais elevados devido aos temidos impostos, independente do tipo de produto e a qual segmento ele, grosso modo, pertence.

O Brasil, antes considerado o 5º mercado mundial de veículos automotores, ultrapassou recentemente a Alemanha e ocupa, no atual momento, a 4ª colocação. Outro grande local consumidor de carros (o maior, na verdade), a China deverá exceder em 30% as vendas deste ano em comparação às realizadas em 2009, segundo prognósticos levantados pela J.D.Power.

Em outubro foi escriturada a comercialização de 1,5 milhão de veículos, comerciais leves, comerciais médios e pesados. A J.D. Power atesta que com o fim do estímulo do governo chinês para a aquisição de carros novos, os consumidores estão correndo atrás de sua unidade – situação semelhante a ocorrida em março, no Brasil.

Mesmo com o fim do benefício, avalia John Zeng, diretor da J.D.Power Asia, as vendas deverão avançar aproximadamente 10,5% no ano que vem, contra 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Car Magazine


O assunto desta semana parece ser, de fato, a China, que recentemente começou a ser considerada a segunda potência econômica mundial, ultrapassando o Japão, mas atrás dos Estados Unidos. A atuação dos asiáticos em todos os cantos do mundo, inundando por exemplo o Brasil com seus produtos de baixo custo e inúmeras utilidades, tem possibilitado os chineses sonharem cada vez mais alto.

Um caso particular é o ansiado pela principal montadora privada de automóveis do país, a Great Wall Motor Co Ltd, que pretende edificar unidades na Venezuela e no Brasil. De acordo com o jornal China Daily, a companhia planifica produzir veículos automotores também na Bulgária, Filipinas, Malásia, Senegal e Venezuela.

Artigo emitido pelo portal de Economia UOL assinala que Wei Jianjun, presidente da montadora, divulgou que a companhia já firmou os primeiros acertos com sócios situados na Turquia, Tailândia, Brasil e África do Sul no intuito de construir fábricas daqui a poucos anos.

Possivelmente a montadora chinesa empregará direta e indiretamente muitos brasileiros caso o intento venha à tona. No entanto, o governo brasileiro – atual e próximo – deve estar atento às tarifas e preços dos automóveis (caso venham a ser feitos por aqui), pois as montadoras brasileiras não pretendem perder espaço conquistado ao longo de anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A montadora Chana anunciou nesta semana que vai comercializar o novo modelo da marca no Brasil nos próximos meses. A Minivan Star, que terá capacidade para transportar 9 pessoas, participará da exposição do Salão Internacional de Automóveis de São Paulo, no mês de outubro.

A Minivan Star tem motor 1.3 litros e 83Cv de potência. A meta da montadora chinesa é conquistar consumidores voltados ao transporte de passageiros, como transportadores escolares, empresas que realizam serviços turísticos, entre outros.

O utilitário terá ar-condicionado, travas e vidros elétricos e direção hidráulica como ítens de série. Não foi divulgado, no entanto, o valor de mercado do novo modelo.

Por Luana Neves


Marcas de automóveis da China vêem no Brasil um grande potencial de mercado, apesar de ainda muito pouco conhecidas por aqui. Em 2007 só havia uma marca chinesa presente no mercado brasileiro. Hoje elas já são quatro e até o fim de 2010 espera-se que mais três cheguem ao mercado nacional.

A primeira marca chinesa a chegar no Brasil foi a Chana, que em 2007 vendeu pouco menos do que 150 carros. Depois chegaram a Effa Motors, CN Auto e a Cherry. As quatro juntas venderam pouco mais de três mil carros em 2009.

Apesar da presença tímida no mercado brasileiro esse ano ainda devem chegar a JAC, a BYD, e a Great Wall. Outras montadoras orientais, japonesas e coreanas, também tiveram paciência para entrar no gosto do consumidor nacional. Talvez num futuro próximo os brasileiros verão muito mais carros chineses nas ruas.

Por Thiago Martins





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