Saiba aqui como cacular o melhor combustível para seu automóvel.

Quem tem carro bicombustível, quase sempre fica em dúvida quando chega a um posto, pois não sabe se abastece com etanol ou gasolina. A questão é que o preço do álcool é sempre mais barato, entretanto, isso não é garantia de economia, pois será preciso encher mais o tanque para rodar a mesma distância que seria com gasolina.

Com essa greve dos caminhoneiros, a situação ficou ainda mais complicada, porque em várias cidades do Brasil, o preço da gasolina disparou e com a diferença para o etanol aumentando, fica quase impossível resistir a optar pela segunda opção, mas será que vale a pena?

É preciso fazer a conta para saber o que de fato gera maior economia e a fórmula é relativamente simples, podendo ser aplicada sempre que se chegar ao posto de combustível. O consumidor deverá pegar o preço da gasolina, multiplicar por 0,70 e o resultado deverá ser comparado ao litro do etanol, sendo que o mais barato é que deverá ser comprado.

Para entender melhor como funcionar, vamos supor que o litro da gasolina seja R$ 5,00. Então a fórmula fica assim: R$ 5,00 x 0,70 = R$ 3,50. Se o litro do álcool custar menos de R$ 3,50 então é melhor optar por ele, se custar mais, então é mais vantajoso abastecer com gasolina.

Veja este outro exemplo, supondo que o litro da gasolina seja R$ 4,80, então a fórmula fica assim: R$ 4,80 x 0,70 = R$ 3,36. Agora é só comparar com o preço do litro do álcool e optar por aquele que for mais barato.

Esta fórmula ajuda, mas não é eficaz em 100% dos casos, pois cada veículo tem um rendimento, por isso é bom que o motorista conheça bem seu próprio carro. Há modelos que rodam mais com álcool, outros menos. O ideal é que cada proprietário faça um teste com seu automóvel, abastecendo uma semana com etanol e anotando a quilometragem, depois usando gasolina e anotando novamente, para então saber quantos quilômetros o carro faz com ambos. Sabendo disso, ficará mais fácil usar a fórmula, sendo que em alguns casos ao invés de multiplicar por 0,70 é preciso mudar para 0,60 ou 0,80 e até algum outro valor, para chegar à média exata.

Outro fator muito importante nesta conta é se o carro está regulado, com a manutenção em dia e com os pneus calibrados. Tudo isso pesa muito no consumo do veículo, por isso é bom levar o veículo a um mecânico de confiança e certificar-se que tudo está funcionando corretamente.

E ainda que o carro esteja com a manutenção em dia e pneus calibrados, tem um outro fator que ainda precisa ser levado em consideração nesta conta, que é o próprio motorista. A forma como o veículo é conduzido pode fazer com que ele gaste mais ou menos combustível. Ficar acelerando demais, trocar de marchas de forma irregular ou demorada, tudo isso vai faz com que no dia a dia, o consumo seja maior do que deveria e no final do mês, fará uma grande diferença.

Por fim, o condutor pode, e deve, contar com a tecnologia para tentar economizar mais, utilizando os aplicativos de mapas para traçar o melhor caminho, sendo que muitas vezes, o trajeto mais breve não é o mais curto, mas aquele que também evita passar na porta de escola nos horários de entrada e saída dos estudantes, assim como é bom evitar avenidas congestionadas. Há vários aplicativos para Android e também iOS, que além de mostrar o mapa, também indica quais são as ruas e avenidas com maior fluxo de veículos, assim é possível evitá-las.

Tomando todos estes cuidados, certamente o motorista estará economizando dia após dias e depois de um longo período verá que valeu a pena todo o esforço, já que vai sobrar mais dinheiro na hora de abastecer.

Por Russel


Decreto Presidencial pode aumentar para 40% a quantidade de Etanol na Gasolina.

Está sendo esperada para os próximos dias a realização de um Decreto Presidencial. De acordo com informações extra oficiais, como parte deste decreto o presidente da república Michel Temer irá anunciar que uma alteração será realizada na composição da gasolina que é vendida no Brasil. A estimativa é de que até o ano de 2030 a quantidade de álcool de anidro presente na mistura da gasolina seja em um total de 40%.

A notícia desse aumento de álcool na gasolina foi veiculada por um jornal muito conceituado em todo o país. De acordo com o periódico, a quantidade de álcool de anidro presente em nossa gasolina é de 27%, mas com o decreto essa quantia deve subir para 40%, o que seria de forma gradativa até o ano de 2030.

Foi só o jornal publicar essa notícia no início desta semana que as polêmicas começaram. Afinal, esse aumento envolve muitos outros fatores que com certeza, de alguma forma vão influenciar na vida dos brasileiros.

A primeira questão a ser levantada refere-se ao fato de que com o aumento de etanol na gasolina, esta sairá mais cara para o consumidor brasileiro. A estimativa inicial é de que esse aumento seja em torno de R$0,06 por litro do combustível. E esse será apenas mais um aumento no valor do combustível, já que desde que uma forte crise afetou a economia do país, vários aumentos já ocorreram.

Outro ponto já discutido é uma perda que a economia do país terá com esse aumento. Pois são arrecadados por ano um total de R$ 4 bilhões de reais em tributos, onde estão incluídos o Cide, Cofins e PIS, taxas comumente cobradas desses combustíveis. Assim, esse valor deixará de ser arrecado, representando menos recursos para a economia brasileira.

E os problemas não devem parar por aí, pois com o aumento da quantidade de álcool anidro na mistura da nossa gasolina, será necessária uma quantidade maior de plantação e cana de açúcar.

Dados recentes apontam que a quantidade da plantação de cana-de açúcar exclusiva para a produção de combustíveis é de 55%, sendo que a partir deste decreto essa quantidade deverá subir passando dos 60%, o que pode significar que falte etanol para o consumidor nos postos de combustíveis. Ou talvez essa ausência do combustível possa elevar o seu valor para o consumidor brasileiro.

Enfim, esse assunto nem ao menos foi divulgado pelo governo e sua repercussão já é bastante grande.

O que a maioria das pessoas não sabe é que se realmente esse decreto do aumento de álcool na gasolina acontecer, ele surge em resposta a uma questão que vem sendo levantada há muito tempo por ambientalistas. Estamos falando da emissão de poluentes na atmosfera, sendo os piores aqueles que são originários do petróleo, como é o caso da gasolina. Acrescentando mais álcool à essa mistura, menos poluentes serão lançados e o mundo todo ganha. Mas, infelizmente, se adequar a essa situação pode ter seus custos.

Mas nada está confirmado até o momento, há quem diga que o decreto que o presidente irá fazer não envolve essa questão e sim outras de ordens diferentes que foram previamente discutidas no mês de dezembro de 2017. Além disso, informações do Congresso apontam que quando esse assunto foi colocado em pauta, mal chegou a tramitar, sendo excluído pelos congressistas.

Enfim, este é um assunto na realidade bastante polêmico, porém, se não for abordado agora, mais cedo ou mais tarde terá que ser feito, uma vez que já existe uma regulamentação que pertence a um programa de biocombustíveis que determina que algo seja feito para que haja uma redução na emissão de poluentes na atmosfera.

Nesse sentido, temos que aguardar pelo decreto do presidente.

Sirlene Montes


O uso do ar-condicionado, aliado a outros fatores, faz com que o carro acabe utilizando mais combustível. Confira as situações e como fazer para utilizar da maneira correta.

No mundo moderno o conforto e a segurança caminham juntos. Nos veículos, por exemplo, uma pessoa tem chance de desfrutar de comodidades como: rádio, TV, dispositivos que ajudam a manter o carro seguro na estrada, luz interna, espaço amplo, motor silencioso e ar condicionado. Entretanto, tudo tem um custo e tudo consome energia, porém, é necessário compreender todo o processo para que os consumidores saibam até onde é possível se utilizar dos recursos oferecidos pela tecnologia sem que isso pese no orçamento.

O tema central neste texto é o uso de ar condicionado nos automóveis e o nível de consumo do mesmo em termos de combustível. Algumas notícias indicam que o dispositivo do ar condicionado pode consumir mais combustível que o normal. Entretanto, outras fontes apontam para o fato de que janelas abertas na estrada, quando se está a mais de 80 km/h, causa grande interferência na estrutura aerodinâmica do veículo, provando, por conseguinte, uma maior resistência e consumo de gasolina. Mas, esta situação é fato consumado ou apenas uma espécie de mito?

Para começar é necessário compreender um pouco sobre a estrutura do carro. Janelas abertas são recomendadas apenas quando não se está em alta velocidade, em uma viagem, por exemplo. Se o veículo estiver em menor velocidade não há grande resistência provocada pela passagem do ar, sendo que, do contrário, um carro em grande velocidade com janelas abertas acaba consumindo mais combustível devido ao impacto do vento no interior, que não permite que o veículo navegue, por assim dizer, no ar, sendo uma situação similar ao do barco na água, se o casco estiver com entradas o barco é tragado pela água. A aerodinâmica precisa adequar-se ao formato convencional, que deslize e flua.

Em realidade, não há evidências exatas do quanto um aparelho de ar condicionado pode contribuir com uma sobrecarga de consumo de combustível. Existem estatísticas que tentam orientar e disciplinar os hábitos dos motoristas, no sentido de controlar o consumo de energia e combustível conforme a escala de velocidade. Portanto, quando está em alta velocidade, é melhor fechar todas as janelas e ligar o dispositivo de ar condicionado. De acordo com pesquisas realizadas pela Society of Automotive Engineers, SAE, dos Estados Unidos, os responsáveis chegaram à conclusão de que até a velocidade de 65 km/h a melhor recomendação é trafegar de janelas abertas, sem risco de consumir mais, podendo refrescar o interior. Do contrário, é melhor fechar as janelas e acionar o ar condicionado.

Para desfazer o mito é importante deixar claro que, segundo o mesmo estudo citado, quando em menor velocidade o motor gera menos força, energia, e, neste caso, se o ar condicionado estiver ligado ele irá fazer com que o motor trabalhe mais, para suprir o dispositivo refrigerador, gerando muito mais eletricidade para o mesmo dispositivo funcionar efetivamente.

Portanto, não se trata de um mito, mas sim de que, em determinadas situações, fácies de serem previstas, é fato que o motor será forçado a produzir mais energia, sendo, por conseguinte, estimulado a consumir muito mais combustível para exercer a sua função.

Assim, é importante estar atento às diversas indicações que existem nos sites em internet, e pesquisar pelas informações mais consistentes, ou seja, aquelas que recomendam aos usuários testarem o consumo de combustível nas situações, e também, aquelas informações que estão em perfeita compatibilidade entre si, em termos de dados estatísticos e referências.

São dicas mais simples, porém, vale a pena conferir, pois o consumo excessivo de energia prejudica tanto o carro quanto o bolso. Não custa nada dar atenção às orientações que podem ser úteis.

Por Paulo Henrique dos Santos

Ar-condicionado


Confira aqui algumas dicas para você economizar combustível quando estiver dirigindo.

Que o combustível está caro, todo mundo já sabe. Com o novo reajuste nos preços, houve o aumento de mais de 6x no valor quando comparado à reajustes anteriores. O ponto aqui é: o que está em nossas mãos fazer sobre isso, já que aparentemente reclamar dos preços alto não resolverá? A resposta é simples: aprender a usar seu automóvel de forma a consumir menos combustível, consequentemente, diminuindo o custo que você tem com esse produto.

O aumento da gasolina marca 41 centavos por litro, enquanto o diesel sobe 21 centavos e o etanol 20 centavos. Sendo assim, é importante que você adote bons hábitos de consumo. É possível calcular o consumo que seu veículo faz do combustível, além de conhecer a diferenças entre gasolinas. Veja alguns pontos a serem observados na forma de conduzir para diminuir o consumo de combustível.

Aceleração

Acelerar modifica muito a média de consumo de combustível, pois gastam mais combustível. Portanto, evite acelerar brusca ou desnecessariamente.

Feche os Vidros

Principalmente quando se está acima dos 80, andar com o vidro abaixado modifica a aerodinâmica do carro.

Limpe o porta-malas

O carro vai consumir mais à medida que estiver mais pesado.

Pise leve e troque marchas suave

Andar em baixa velocidade em marcha alta, aumenta o gasto do combustível. Por outro lado, andar a 100 km/h usa cerca de 20% mais combustível do que andar em 80 km/h, por exemplo.

Calibre os pneus e alinhe as rodas

De 15 em 15 dias, você deve calibrar para otimizar o consumo de combustível. Já o alinhamento das rodas faz com que elas girem e não se arrastem.

Nada de ponto morto em descidas

Esse costume é ultrapassado. A melhor opção, inclusive para beber menos, é engrenar o carro nas descidas.

Troque as velas

As velas interferem na queima do combustível. Se ela funciona mal, o processo será ruim.

Vá com calma

Já falamos sobre aceleração, mas zigue-zagues também devem ser evitados, além de haver a diminuição da velocidade no caso da proximidade à faróis vermelhos. Nada de movimentos bruscos.

Carolina B.


Procura pela conversão do carro para GNV aumentou em São Paulo nos últimos meses. Economia com Gás Natural chega a 54% se comparado com a Gasolina.

Um aumento significativo no preço da gasolina e também do etanol fez com que a busca pelo gás natural disparasse no Estado de São Paulo.

Muitos motoristas têm recorrido ao gás natural veicular, ou GNV, como alternativa para escapar dos altos preços dos combustíveis. Essa alternativa se dá pelo fato de que o gás natural pode substituir perfeitamente o combustível utilizado nos veículos automotores. Nas amplas metrópoles, esse recurso tem sido muitíssimo explorado, principalmente por taxistas, que conseguem obter em pouco tempo de uso o retorno do montante investido durante o processo de conversão, em função da economia gerada com o uso do gás natural.

Segundo a Companhia de Gás de São Paulo, somente no mês de fevereiro foram realizadas cerca de 532 conversões. Ainda em conformidade com a Comgás, a economia obtida através do uso de gás natural pode chegar a 54% se comparado com a gasolina e cerca de 57% com o etanol.

Nos dias de hoje, o procedimento para conversão dos motores de automóveis que utilizam gasolina para gás natural está custando cerca de R$ 3.000,00, podendo sofrer algumas variações de acordo com cada região.

O consumo de gás natural ainda contribui com a diminuição de gases poluentes causadores do efeito estufa, como por exemplo, o CO².

Além de todos os benefícios citados anteriormente, o uso contínuo do gás natural, ou GNV, ainda produz outras vantagens aos seus consumidores. Confira abaixo alguns desses benefícios:

  • Após adquirir o Kit de conversão, o condutor possuirá um veículo bicombustível.
  • Uma vez que o gás natural possui aspecto seco, não dilui o óleo lubrificante utilizados nos motores.
  • A cada dia crescem os números de postos de gás natural veicular.
  • A queima do GNV não retém o carbono nas peças do motor, aumentando de forma significativa a vida útil do motor, elevando também o tempo de troca de óleo.
  • A queima de gás natural não ocasiona o acumulo de composto de enxofre, tornando a troca do escapamento bem mais espaçada, ou seja, o motorista diminuirá de forma considerável a necessidade de troca do escapamento do veículo.

Aline Garcez


Com o preço dos combustíveis em alta, ter um carro econômico tem sido cada vez mais um bom negócio, assim, é sempre bom ficar informado sobre os carros que apresentam maior consumo, para ficarmos bem longe deles.

Os veículos que gastam mais combustível acabam gerando um prejuízo de mais de mil reais por ano se comparados com os modelos mais econômicos e para quem anda mais ou precisa estar sempre viajando, o prejuízo pode ser ainda maior!

O Inmetro, através do PBEV – Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular – lançou uma lista com a relação dos veículos que consomem mais combustível, assim, se você está procurando um carro econômico, é bom saber quais são os que mais gastam para riscá-los de vez da lista.

Esta é a 7ª edição da lista do Inmetro e foram testados 587 veículos de 36 montadoras, sendo que nenhuma é obrigada a participar, mas é sempre interessante para a montadora, ter o seu veículo participando destes testes para conquistar o consumidor e ser um item a mais para convencê-lo de que adquirir determinado veículo é um bom negócio, porém, muitos veículos ficam mal colocados no ranking e são justamente os que gastam mais combustível.

O Fiat 500 é um dos que ficou na classificação como "E", ou seja, gasta muito combustível, pois na cidade, abastecido com gasolina faz 10 km/l e na estrada 12,1 km/l. Quando abastecido com álcool, o consumo do Fiat 500 é de 8,3 km/l na cidade e 7,4 km/l na estrada. Aliás, a Fiat teve vários modelos classificados como "E" e para os futuros lançamentos será bom estudar uma forma de seus veículos gastarem menos.

O Chery Celer, versão flex HB 1.5 16 válvula e a versão flex SD 1.5 16 válvulas também não ficaram bem colocados no ranking, confira: Consumo quando abastecido com gasolina na cidade é de 9,1 km/l e na estrada é 12,1 km/l; Consumo quando abastecido com álcool na cidade é de 6,3 km/l e na estrada é de 8,3 km/l. Este é um modelo com tecnologia de ponta, design moderno, bom acabamento interno, mas no quesito "economia de combustível" é nota 0, ou melhor, letra "E", que indica ser um veículo que consome muito combustível.

Outros modelos que ficaram classificados com a letra “E” no ranking do Inmetro foram: Chery Tiggo, Citroën DS4 So Chic 1.6-16V, Audi A3 Sportback, Mercedes-Benz A45 AMG, Hyundai i30 1.8, modelo 2015, Audi Q3, Volvo S60 T6 R-Design 3.0, Hyundai ix35 2.0, Mitsubish Pajero, Range Rover V8, JAC J6, entre outros, por isto, é sempre bom ficar atento ao consumo do veículo, assim poderá garantir maior economia e também, ajudar o meio ambiente, poluindo menos.

Por Russel

Combust?vel


Uma grande dúvida de muitos motoristas em relação ao combustível é com qual abastecer. Alguns alternam entre as opções oferecidas pelo mercado, outros não. Mas então, qual é o melhor jeito de deixar seu veículo protegido?

Especialistas da área afirmam que se a opção for a gasolina aditivada, o ideal é permanecer abastecendo com ela.

Tradicionalmente é recomendado o uso do combustível aditivado para limpar os bicos da injeção eletrônica do veículo, e só. Mas na realidade o uso contínuo desse tipo de combustível garante que seu veículo estará sempre protegido e manterá os itens do sistema de combustão sempre limpos. Independente se o modelo do automóvel é dos mais novos ou não, com ou sem injeção eletrônica.

Claro, não se esqueça de abastecer em locais confiáveis, independente de ser aditivada ou não, esse detalhe requer atenção para evitar prejuízos futuros.

Mas a gasolina aditivada é mais cara, certo? Depende do ponto de vista, se você, motorista, considerar que está pagando alguns centavos a mais por litro, porém está garantindo um combustível de qualidade que não vai deixar resíduos, o que pode contribuir para a diminuição do fluxo de combustível nos bicos injetores (ou gicleurs, nos carburadores), e assim prejudicar o bom funcionamento do motor, não será mais cara. Será um investimento pela conservação do seu patrimônio.

Sempre que abastecemos com o combustível comum deixamos o motor desprotegido e a sujeira com caminho livre para entrar.

Mas quem nunca usou combustível aditivado, vá com calma, num primeiro momento o ideal é colocar meio a meio, e observar como o carro vai responder. Nas semanas seguintes vá aumentando a porcentagem da aditivada, até que a mesma seja 100%. Dessa forma você garante que toda a sujeira já saiu sem provocar entupimentos.

De acordo com o Coordenador de Combustíveis na Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, Gilberto Pose, esse tempo de transição é de percepção do próprio motorista de acordo com o modo de uso do veículo. Pode levar quantas semanas forem necessárias.

Por Vivian Schetini

Combust?vel

Foto: Divulgação


A Chevrolet anunciou nesta semana mais um recall em seus veículos. Desta vez foram identificados problemas nos modelos Agile e Montana em um total de 13.373 carros afetados.

De acordo com a empresa, existe uma falha na fabricação dos tubos de alimentação e combustível desses carros que ocasionam danos em sua superfície interna.

Com isso, existem riscos de vazamentos de combustível podendo ocorrer, até, incêndios nos veículos com o problema.

Os veículos que integram este recall são para o modelo Montana os fabricados entre 19 de setembro de 23 de novembro de 2012 com chassis entre DB152440 e DB205070.

Já para o Chevrolet Agile as unidades adulteradas são as fabricadas entre 04 de outubro e 23 de novembro de 2012 com numeração do chassi entre DR141160 e DR175496.

Para realizar o serviço pode ser feito o agendamento pelo telefone 0800-702-4200, sendo que o serviço demora em média 15 minutos para ser realizado.

Por Ana Camila Neves Morais


Uma das principais pautas do atual século é, sem dúvida, a mesma que Marina Silva, do Partido Verde, defende, mesmo após ter sido derrotada por Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores, e por José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira, na disputa pela sucessão presidencial.

Os brasileiros e populações de outras nacionalidades têm tido acesso a informações sobre tecnologias sustentáveis, ou seja, as mesmas que propiciam progresso da humanidade sem agredir veementemente a natureza. As montadoras procuram aproveitar a conscientização ao promover carros híbridos ou movidos totalmente por meio de energia renovável, tais como a eletricidade.

Contudo, estudo feito pela J.D. Power Associates revelou que embora a tendência tenha começado a se expandir para essa modalidade de veículos, a gasolina deverá ser, ao menos em 2020, o principal combustível. Somente 7,3% dos carros, assoalha reportagem veiculada pelo portal de Economia Terra, serão movimentados com base no sistema híbrido.

De acordo com Mile Omotoso, diretor da entidade, apesar de o volume da gasolina vir a ser reduzido, sua utilização ainda continuará. Nos Estados Unidos, por exemplo, os veículos híbridos serão notados em 14 a cada 100 unidades automotoras.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A busca por tecnologias limpas que gerem energia sem agredir o meio ambiente é uma tendência mundial. De carros movidos a energia elétrica, híbridos que mistura combustível e eletricidade, a carros movidos a biodiesel, estudam-se todas as possibilidades de se produzir veículos cujo combustível não agrida o meio ambiente e seja proveniente de uma fonte renovável. E cada empresa vai em busca das idéias que achar mais viáveis. A empresa britânica GENeco enveredou em suas pesquisas por um caminho, no mínimo inusitado. Especializada na utilização de resíduos orgânicos a GENeco criou um sistema que usa como combustível o gás metano gerado por fezes humanas. Através de equipamentos específicos o gás é transformado em combustível quando se separa o dióxido de carbono.

Seu sistema foi montado em um Beetle da Volkswagen que foi corretamente batizado de Bio Bug. Segundo as pesquisas da empresa resíduos de setenta residências são suficientes para produzir o combustível necessário para que o carro rode dezesseis mil quilômetros e ele é capaz de atingir 183 Km/h com seu motor 2.0 Litros de quatro cilindros. Para dar a partida é necessária ainda a gasolina, mas assim que a partida é dada o carrinho passa a ser alimentado apenas pelo gás metano.

Se tal sistema vai se tornar viável para produção industrial ou se este tipo de combustível vai representar uma importante opção para um futuro de carros movidos a combustível não poluente ninguém sabe precisar. Só as pesquisas vão dizer. Mas levando-se em consideração a origem do metano utilizado neste projeto, seria bom projetar-se um sistema de escapamento também mais eficiente e menos poluidor.

Por Mauro Câmara

Fonte: UOL


Parece ficção, mas não é. Oito postos de combustíveis de locais distintos do Brasil protestaram em 25 de maio, terça-feira, contra a alta carga tributária vigente no país e decidiram, pois, vender gasolina a R$ 1,18, mais da metade da média atual, que beira os R$ 2,49.

Constituído pelo Movimento Endireita Brasil e o Instituto Mises Brasil, as cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Rio de Janeiro, São Paulo e outras duas não citadas pelo portal de economia UOL dispuseram seis mil litros de gasolina aos motoristas, que fizeram longas filas para abastecerem seus veículos com preço menor.

Ricardo Salles, presidente do Endireita Brasil, avalia que a carga de tributos do país só prejudica a economia local, pois cada centavo do cidadão voltado a impostos poderia ser melhor representado no bolso do consumidor, permitindo a cada um, à sua maneira, gastar naquilo que lhe compete, fazendo a economia girar.

Além dessa ideia fixa, Salles relata que se cada pessoa pudesse escolher entre pagar impostos e contratar serviços particulares, certamente a segunda opção seria a mais adotada.

Em outros termos, Salles gostaria que a bitributação passasse longe dos brasileiros, uma vez que se paga pela saúde por meio de impostos e se adquire planos particulares para suprir a carência do Estado.

Leia mais dados levantados pelo UOL aqui.





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