Com o intuito de conquistar mais espaço no mercado, a Jaguar está fazendo inovações em seu modelo sedã XE, competindo assim com o BMW Série 3. A meta do grupo JLR é alcançar uma maior abrangência de vendas no mercado chinês.

A agência Automotive News declarou que este será o primeiro carro  da marca do felino a ser fabricado na China. A fabricação deste modelo consistirá em um investimento alto, que está sendo planejado para ser concretizado nos próximos anos. Juntamente com este veículo, mais dois modelos também serão produzidos: o Land Rover Discovery Sport e o Range Rover Evoque.

Foto: divulgação

A meta da Jaguar é competir no mercado com o modelo BMW Série 3 e também com as versões Mercedes-Benz Classe C e Audi A4, os quais tem um sucesso no mercado chinês. Ainda não foi marcada uma data para iniciar a produção do modelo sedã XE, mas está sendo planejado para ser o mais rápido possível. O objetivo é que a montadora produza 130 mil veículos por ano deste modelo e expanda as suas vendas no mercado.

Está sendo planejado também a fabricação do XE no Brasil. Após a nacionalização do modelo concorrente BMW Série 3, cuja fábrica está localizada no estado de Santa Catarina, o grupo JLR apressou os planos da produção do XE no país. Tendo esta meta, o JLR já começou a estruturar a montadora nacional no Rio de Janeiro, onde começará a fabricar o Discovery Sport.

Foto: divulgação

O modelo XE possui um estilo esportivo e é considerado o topo de linha da marca Jaguar. Possui um potente motor de 340 cv e 450 Nm de torque. O seu câmbio automático é de 8 velocidades, atingindo uma velocidade máxima de 250 Km/h. 

Este é o primeiro modelo da marca que possui direção com assistência elétrica, que está programada para ter um bom desempenho mecânico e com um baixo consumo de energia.

Por Felipe Couto de Oliveira


Inaugurada oficialmente no ano 2000, a unidade industrial da General Motors de Gravataí (RS) que tem a capacidade atual para fabricar até 63 veículos por hora, além do aniversário de 14 anos completados no dia 20 de julho, celebra também a marca de 2,5 milhões de carros fabricados.

O Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (Ciag), que possui ainda 19 empresas fornecedoras, é responsável, atualmente, pela fabricação dos Chevrolet Onix hatchback, Celta e Prisma, empregando cerca de 8 mil trabalhadores. Operando em três turnos e com capacidade de produzir até 63 unidades por hora, a fábrica é atualmente a maior da General Motors no hemisfério Sul.

Com cerca de 40 ruas, sendo que algumas possuem nomes de modelos da marca, como Monza, Omega, Opala e Corsa, o complexo industrial possui restaurantes, farmácia, loja de conveniência, agências bancárias, ambulatório, estação de tratamento de efluentes, reservatório de água e subestação de energia elétrica.

Quando foi inaugurada, a GM apostou na época no novo conceito de condomínio industrial, fazendo com que os principais fornecedores ficassem perto da linha de montagem, facilitando a fabricação dos carros da marca, servindo de modelo, desde então, para outras fábricas de outras montadoras em todo o mundo. 

Desde quando foi inaugurada, a unidade industrial passou por duas ampliações, sendo que a primeira ocorreu em 2006, possibilitando a produção do Prisma e aumentando a capacidade de produção de 120 mil para 230 mil veículos por ano. A segunda, realizada em 2012 e que fazia parte do Projeto Onix, elevou a capacidade de produção para 380 mil unidades anuais e capacitou a fábrica para produzir o Onix.

A unidade, que registrou a marca de 2,5 milhões de carros produzidos, elevou a economia da cidade de Gravataí, que antes da implantação da fábrica, em 1997, tinha um orçamento de R$ 37 milhões.

Atualmente, além dos aproximadamente 8 mil postos de trabalho, a previsão de arrecadação para 2014 é de R$ 650 milhões, elevando a cidade para a quarta colocada em arrecadação de ICMS e obtendo o quinto maior PIB (Produto Interno Bruto) do estado do Rio Grande do Sul.

Por Caio Polo

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A Nissan, enfim, inaugurou nesta última terça-feira (15) a sua fábrica exclusiva em Resende, interior do Rio de Janeiro. A marca tinha prometido, há dois anos, que iria ter uma produção sozinha aqui no Brasil, diferente da que tem em conjunto com a Renault em São José dos Pinhais, no Paraná.

O primeiro carro da Nissan no Rio de Janeiro será a reestilização do novo March, que até agora chegava importado do México. No sul do Brasil, a marca vai continuar produzindo os modelos Livina e Frontier.

A inauguração da nova fábrica da Nissan contou com presenças ilustres que demonstraram o quanto a fábrica é importante. Compareceram o CEO global da empresa, o brasileiro Carlos Ghosn; o governador do Rio de Janeiro, Luis Fernando Pezão; o presidente da Nissan para a América Latina, José Luis Valls; e o presidente da Nissan do Brasil, François Dossa, além de outros executivos e diretores do alto escalão, autoridades, colaboradores e convidados.

O residente global da Nissan, Ghosn afirmou que a inauguração faz parte da meta da marca em crescer em território brasileiro. "O complexo industrial da Nissan em Resende é fundamental para atingirmos nossos objetivos de crescimento no Brasil. Nossa meta é atingir 5% de participação de mercado até 2016 (acrescentando um ponto percentual ao ano) e ser a primeira entre as marcas japonesas".

Além da fabricação de carros, a nova filial da Nissan também vai produzir motores. O plano é fabricar 200 mil unidades de propulsores e veículos no local. O gasto da empresa para construir essa nova sede foi de R$ 2,6 bilhões e vai empregar 4 mil pessoas entre empregos diretos e indiretos.

Já nesta semana a fábrica já começa seus trabalhos com o New March, que terá motor 1.0 16V flex e a versão 1.6 16V também flex. O sedã Versa nacional começa a ser feito no segundo semestre, já com facelift. Ambos estreiam a gama 2015 da fabricante.

Por Carolina Miranda

F?brica da Nissan em Resende (RJ)

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Nessa quarta-feira (2), uma mistura de política com produção de carros aconteceu em Pernambuco. O presidente da Fiat do Brasil, Cledorvino Belini, foi convidado pelo Governador de Pernambuco (Eduardo Campos) a fazer uma visita ao Estado. O motivo foi analisar o andamento da fábrica da marca em Goiana, cidade que fica cerca de 60 quilômetros da capital Recife.

Os dois chegaram até ao local onde será a montadora do Grupo Fiat-Chrysler (que já está 75% pronto) e inspecionaram algumas seções do complexo e do parque de fornecedores que já estão concluídas. O líder da empresa no Brasil até deixou de participar de uma convenção que apresentou o novo modelo do Linea 2015, que aconteceu em São Paulo, para se encontrar com o futuro candidato à Presidência.

As obras já estão em nível avançado e a previsão é de que a inauguração do complexo aconteça em dezembro deste ano, com produção inicial em janeiro de 2015. Até agora, somente a produção do SUV compacto Jeep Renegade está confirmada para acontecer na fábrica de Goiana.

O encontro de Belini e Campos foi uma estratégia de boa imagem tanto para a Fiat-Chrysler como para o político. Com a inauguração da fábrica em Pernambuco, a marca tem a possibilidade de crescer ainda mais no país, continuar batendo recordes e conquistar cada vez mais os brasileiros.

Para o governador, a situação não é diferente. Como pré-candidato à Presidência em uma possível chapa com a ex-senadora Marina Silva (PSB), que deve ser sua vice, Campos convidou o presidente da Fiat do Brasil para solidificar a sua imagem de bom gestor e de grande desenvolvimentista de Pernambuco. E para comprovar essa pretensão, Campos afirmou que "em alguns anos" Pernambuco será um dos cinco Estados com maior participação industrial no PIB do Brasil.

Pelo tamanho da construção da fábrica, é possível perceber que a sede da montadora em Goiana será considerada a segunda Fiat do Brasil (a primeira se encontra em Betim-MG). O grupo vai ocupar 12 edifícios, em que serão produzidas 17 linhas estratégicas de componentes, segundo a agência italiana Ansa. A área que o complexo vai ocupar será de 270 mil metros quadrados.

Por Carolina Miranda


Depois da enxurrada de projetos de fábricas de grandes montadoras confirmadas para serem instaladas no Brasil, o governo parece ter tido uma trégua no último mês. Errado. Uma nova gigante que já aprovou todos os papéis para instalar também a sua fábrica por aqui essa semana foi a Land Rover. A marca terá a sua fonte de produção na cidade de Itatiaia, divisa do Rio de Janeiro com Minas Gerais.

No próximo dia 3 de dezembro, terça-feira, os executivos que representam a marca britânica estarão ao lado do Governador do Rio de Janeiro, no Palácio Guanabara, para oficializar a construção e anunciar a localização da nova fábrica. Existe a possibilidade da participação da presidente Dilma Roussef no evento.

Em relação aos números, o investimento na construção sairá em torno de R$ 1 bilhão. Este é o valor máximo pretendido pela companhia. A expectativa é produzir mais de 20 mil veículos por ano. Antes da conclusão, a Land Rover assistiu a disputa entre as cidades vizinhas de Itatiaia e Resende, pois a primeira já foi distrito da segunda. As duas cidades passaram por uma considerada “guerra fiscal” para ver quem ficava com a produção da gigante. Mesmo com toda a burocracia, o CEO da Jaguar Land Rover, Ralph Speth, anunciou no dia 21 de novembro, que as negociações estão indo bem.

Essa região do Estado do Rio de Janeiro chamada de Sul Fluminense já possui algumas fábricas e a da Land Rover entrará, junto com a Nissan, para o leque de produções em massa que ocorrem apenas em cidades do interior. Em Porto Real encontra-se a fábrica da PSA Peugeot Citroen e em Resende, a da MAN/Volkswagen.

A chegada desta nova fábrica pode estimular ainda mais a economia do Estado que conta agora com aumento nas oportunidades de emprego e consecutivamente maior aquecimento financeiro.

Por Jaime Pargan

Land Rover Fábrica em Itatiaia

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A Volkswagen do Brasil anunciou que investirá R$ 670 milhões no Estado do Paraná. O anúncio foi feito pelo presidente da companhia no país, Thomas Schmall, juntamente com o governador Beto Richa (PSDB), que afirmaram o investimento na fábrica em São José dos Pinhais. Nela será instalada a nova plataforma que servirá para produzir o Golf geração 7.

Do total de investimentos, R$ 520 milhões serão para a ampliação da fábrica e o que sobrar, será usado como capital de giro. As negociações entre a Volks e o governo vão bem e a empresa já assegurou os valores e as questões judiciais que envolvem os valores a serem investidos.

VW Golf

Foto: Divulgação

Apesar dos valores elevados, a produção do novo Golf só começará em dois anos. Neste período a fábrica passará por reformas para sua ampliação. A fábrica de São José dos Pinhais irá fornecer carros para o mercado consumidor da América do Sul, contudo a empresa ainda manterá as fábricas no México, Estados Unidos e Alemanha.

Com o investimento, a empresa alemã irá ampliar em 20% a produção na fábrica, que atualmente é de 800 carros diários e passará a mil. Atualmente são 3.500 funcionários e a estimativa é de 400 a 700 contratações. As obras começam até o final do ano.

Por Robson Quirino de Moraes


A partir do ano de 2015, a montadora Nissan irá iniciar a produção do Nissan Note em território nacional. O modelo será fabricado na cidade de Resende, no Rio de Janeiro. Segundo fontes seguras, o carro chegará ao mercado com a finalidade de substituir o Livina, veículo que acabou não conquistando o sucesso almejado pela montadora.

Em termos de visual, o novo Nissan Note é parecido com o Honda Fit, pois possui grade frontal, faróis dianteiros similares ao do Fit e dimensões idênticas. Já o porta-malas é consideravelmente menor do que o do carro da Honda.

O Nissan Note chega com a proposta de conforto e bom desempenho, típica dos hatchbacks mais tradicionais. Os bancos traseiros do modelo são dobráveis, o espaço interno é amplo, as colunas são bem largas e o design tem uma pegada de vanguarda.

O painel conta com excelente ergonomia nas teclas, partida inteligente e demonstrativo de instrumentos com fácil leitura.  Além disso, o Nissan Note vem com completo sistema de som, conexão Bluetooth para celulares, reprodutor de rádio e entrada auxiliar USB.

O foco do carro é o público jovem, sendo assim, as configurações mecânicas são pautadas na agilidade. Portanto, o Note será equipado com propulsor 1.6,  e rodas com aro 15”.

Por Larissa Mendes de Oliveira Soares

Nissan Note


Segundo a revista especializada Der Spiegel, a Mercedes- Benz deve implantar em breve uma fábrica no Brasil. Inicialmente o Grupo Daimler, responsável pela marca, pretende produzir o Mercedes-Benz Classe C.  A expectativa da montadora é que a unidade fabril seja inaugurada em 2015 e a capacidade produtiva anual será de 20 mil carros.

Com o lançamento da fábrica, os custos de importação devem diminuir consideravelmente. Como as taxas de IPI são bastante elevadas, o preço final dos modelos Mercedes-Benz Classe C sobem e a venda é dificultada no mercado brasileiro. De acordo com um dos executivos do Grupo Daimler, as informações ainda não passam de especulações.

A Mercedes-Benz chegou a produzir veículos de luxo em nosso país, mais precisamente na cidade mineira de Juiz de Fora. Mas em  2010 a produção dos modelos luxuosos foi interrompida e planta foi adaptada a fim de fabricar somente caminhões e veículos comerciais.

Mesmo que a Mercedes-Benz não confirme a implantação dessa nova fábrica, tudo indica que os planos saiam do papel, já que diversas montadoras estão vindo para o Brasil devido o aumento da demanda por veículos e criação de medidas do governo para incentivar a produção nacional.

Por Larissa Mendes de Oliveira Soares


Mais uma montadora investe no mercado brasileiro.

A Honda quer colocar outra planta em terras canarinhas! A empresa decidiu e anunciou nesta quarta-feira que colocará a sua mais nova fábrica no território brasileiro em Itirapina, cidade do interior paulista.

Com as atividades previstas para começar em 2015, o investimento da Honda nesta nova planta será de R$ 1 bilhão. Esta fábrica vem para Itirapina com o objetivo de dobrar a produção nacional de carros, passando dos atuais 120 mil para 240 mil automóveis produzidos.

No anuncio feito nesta semana, a Honda disse que no local será produzido um carro compacto com o modelo aproximado do Honda Fit, entretanto, deixou sem resposta aos curiosos que desejavam saber qual seria o veículo fabricado nessa cidade.

No comunicado liberado para a imprensa, o presidente da Honda Automóveis do Brasil, Masahiro Takedagawa, afirmou que a montadora está querendo aumentar sua participação no mercado automotivo brasileiro (hoje quarto maior mercado do mundo nesse setor) e que pretende satisfazer e exceder a expectativa do consumidor brasileiro.

A localização da planta ficará num lugar estratégico tendo em conta a logística. Ela fica a 200 km de São Paulo capital e a 100 km de outra planta da montadora.

Por Melina Menezes.


Na quinta-feira, 27 de Junho, foi assinado em Aracajú, o protocolo de intenções entre o Grupo Amsia Motors e o governo do Sergipe para a implantação de uma fábrica do Grupo nesse estado. O acordo assegura um investimento de R$1 bilhão na construção da planta para a fabricação de carros, ônibus e máquinas agrícolas dessa companhia.

Mustafá Ahmed, presidente da Amsia Motors e Faisal Al Saud, príncipe da Arábia Saudita, foram os que assinaram o protocolo, estava presente na solenidade o governador do estado, Jackson Barreto.

A fabrica será instalada em Barra dos Coqueiros, região metropolitana da capital sergipana e é a primeira planta própria da Amsia Motors já que ela sempre atua aliada com outras empresas – principalmente chinesas -, para a produção.

A empresa árabe visa produzir automóveis híbridos e elétricos inicialmente e depois objetiva produzir itens das outras categorias previamente citadas no artigo. Em nota, o governador Barreto anunciou que a colocação da fábrica no Estado gerará 4 mil postos de trabalho de forma direta. 

O inicio das atividades está previsto para começar daqui a 14 meses e a empresa esta negociando ainda fontes de financiamento além dos custos da tributação no país.

Por Melina Menezes


O Governo Federal brasileiro e a montadora italiana Iveco firmaram uma parceria ousada. Após iniciar a produção de ônibus no páis em 2012, a empresa fechou acordo com o Governo e cedeu alguns coletivos para projetos sociais. A Infraero também firmou parceria com os italianos, que entregarão 80 caminhões para o combate a incêndio.Entretanto, a grande novidade fica por conta do anúncio da abertura oficial da fábrica de veículos de defesa, montada em Sete Lagoas, Minas Gerias.

A aliança teve inicio ainda em 2008, quando a Iveco fixou um acordo com o Exército Brasileiro. A fábrica é apenas a quinta unidade de Veículos de Defesa e a única fora da Europa.A Iveco anunciou o valor investido de R$55 milhões, que pode significar até 15% do faturamente anual da marca.

Criada em 1975, a operação de veículos de defesa ganhou notoriedade até virar uma divisão especial em 1985. Atualmente, forças armadas de aproximadamente 50 países usam veículos da montadora italiana em suas frotas.

O contrato da Iveco no Brasil é para a produção de 86 unidades para experimentação do blindado anfíbio Guarani. Com a fábrica instalada em Sete Lagoas, Minas Gerais, a empresa tem capacidade para fazer 100 unidades por ano, podendo ampliar para 200 blindadados por ano.

A pespectiva de crescimento anima os italianos, que estão liberados para comercializar unidades do Guarani para países aliados do Brasil.

Por Marcos Junior


A empresa chinesa, JAC Motors, superou as incertezas provocadas pelo aumento do IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados) e apostou no investimento no Brasil: vai iniciar a construção da fábrica no país a partir de março de 2014, mais precisamente na cidade de Camaçari, BA.

A Jianghuai Automobile Co, hoje JAC Motors, foi fundada em 1969. Inicialmente fabricava apenas caminhões; hoje já possui uma linha diferenciada de veículos atendendo ao diversificado mercado de automóveis no mundo inteiro.

Aqui no Brasil, a fábrica terá capacidade para produzir 100.000 unidades, gerar 3.500 empregos diretos e 10 mil indiretos, constará com pista de testes, unidade de desenvolvimento e pesquisa, laboratório de emissão de poluentes, numa área de 150 mil metros quadrados, com um investimento de R$ 900 milhões, sendo 80% do grupo SHC e 20% da JAC Motors. Serão fabricados no começo apenas dois modelos o Hatch e o Sedã com preços inferiores a R$ 40 mil, e motores de 1.4 e 1.5 flex.

A JAC Motors quer entrar no mercado brasileiro para competir em preço com os carros da Volks, Fiat, Ford e General Motors.

São carros luxuosos e com design magníficos e quem tem a lucrar é o consumidor, que poderá escolher à vontade qual carro, modelo e fabricação que combinará melhor com seu estilo e bolso.

Por Dorcas Rosicler

Fonte: Mercopress


Com a economia ainda aquecida no Brasil, apesar das fortes pressões inflacionárias que preocupam o governo, mas o mercado de automóveis no país continua demonstrando grande capacidade de demanda, o cenário é propício para investimentos e é isso que a Suzuki confirmou que irá fazer a partir de 2012 com a instalação de uma fábrica no estado de Goiás, mais precisamente na cidade de Itumbiara. A nova fábrica irá produzir o jipe compacto 4×4 Jimny, conforme anunciado pela montadora no último dia 04 de Maio.

Com investimentos na ordem de US$ 100 milhões, capacidade de produção de 7.000 unidades ao ano e estimativa de criação de 600 empregos, esta nova fábrica fará parte da estratégia da Suzuki de aumentar sua participação na venda de automóveis no Brasil, produzindo no país um modelo já vendido em outros 188 países.

O jipe Jimny é um simpático utilitário compacto de eficiência para pisos irregulares com tração integral. Constituído por um desenho simples e funcional e apropriado para aventuras em estradas quase sempre precárias, que exigem muito de um carro. Composto com um propulsor 16V 1.3 litros que produz 83 CV de potência movido a gasolina e sua cabine possui capacidade para quatro ocupantes. Atualmente no Brasil, o Jimny é vendido com preços entre R$ 54.790 e R$ 57.590.

Por Mauro Câmara


Depois do anúncio da paralisação por três dias da Toyota na sua unidade no Brasil, agora foi a vez da Honda informar que acontecerá uma interrupção na sua fábrica de Sumaré, localizada em São Paulo. A falta de peças disponíveis no estoque é o grande problema. Elas são importadas do Japão, que devido ao terremoto e tsunami ocorrido em 11 de março, vem trazendo sérios danos para as montadoras e suas respectivas produções.

Segundo informações do site My FEN, as férias de junho serão antecipadas para o mês de maio, quando a partir do dia 23, as atividades ficarão paralisadas por 10 dias.

Em Sumaré são produzidos os modelos City, Civic e Fit, sendo que 6 mil unidades desses modelos vão deixar de ser fabricados no período citado acima. A montadora não conseguiu informar precisamente quais serão os danos causados pela paralisação frente aos seus concessionários e também no pós-venda.

Uma informação controvérsia é sobre o lançamento do Honda Civic 2011. Segundo fontes de dentro da montadora, a programação para o lançamento segue normal. Porém, veículos de comunicação afirmam que o modelo chegue somente em 2012.

Por Oscar Ariel





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