Fator importante na atração de consumidores às concessionárias, o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) tornou-se o principal motivo de alavancamento do setor automotivo brasileiro nos últimos tempos. Por isso que é tão grande a expectativa de que o prazo da redução desse imposto seja prorrogado. Caso não seja, o IPI reduzido para carros deverá expirar no final de outubro, portanto, uma definição precisar ser deliberada nos próximos dias, de fato.

Mas, se depender do governo, um nova definição acerca da possível prorrogação do prazo só sairá na próxima semana (a partir de 29 de outubro), conforme anúncio dado pelo primeiro vice-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan. "Nós esperamos análise do governo [sobre a manutenção do IPI reduzido] para a próxima semana, e que nos chamem para uma reunião", declarou o representante da Anfavea.

O vice-presidente esteve reunido no Ministério da Fazenda com Dyogo Henrique de Oliveira, secretário executivo adjunto do órgão, e um dos pontos de pauta do encontro foram as possíveis mudanças no Decreto 7.819, que estabelece o novo regime automotivo.  

Por A. V. S

Fonte: Agência Brasil


Com a chegada do fim da vigência da alíquota reduzida do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os consumidores que querem adquirir o carro zero com os descontos devem correr. Isso porque, somente os veículos faturados até o dia 31 de agosto, serão vendidos com a incidência do IPI em todo o país.

A partir do dia 1º de setembro, os veículos novos já serão vendidos com o valor da alíquota normal, mesmo que o financiamento ou um possível pagamento antecipado tenham sido feitos nos dias que antecederam a chegada do mês de setembro.

Apesar do fim do IPI reduzido ainda não ter sido totalmente formalizado, as concessionárias já avisam aos clientes sobre o fim do desconto baseados em pronunciamento do Ministro Guido Mantega, que disse que o governo não tem a pretensão de prorrogar a redução do imposto.

O mês de maio foi o período em que o governo anunciou a redução do IPI para veículos. Na época o próprio governo cogitou uma redução do imposto que poderia gerar um montante de renúncia fiscal no valor de R$ 1,2 bilhão para a reserva federal.

Por Flaviane Diniz


A participação dos carros 1.0 no mercado de veículos finalmente aumentou, após uma queda por cinco meses seguidos.

De acordo com dados divulgados, nessa terça-feira (03/07), pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), 44,39% das unidades negociadas em junho corresponderam a carros de motor 1.0 (foram comercializados 121.921 automóveis com esse motor).

Os especialistas da área afirmaram que o aumento nas vendas desse tipo de carro deve-se ao fato da isenção total do IPI para carros 1.0, enquanto que, para carros de maior cilindrada, essa redução, apesar de ter ocorrido, não foi tão acentuada.

Andre Beer, ex-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), comentou: "A relação entre os preços dos dois tipos de carro era menor antes do pacote do IPI. Como o 1.0 teve isenção e os motores com maior cilindrada apenas uma redução, a distância aumentou. O consumidor reage de imediato à questão do preço".

Entretanto, o mercado de carros de baixa cilindrada não deve manter-se aquecido por tanto tempo. Quando a medida para redução do IPI encerrar-se, o cenário, de acordo com Eduardo Balian, professor de Administração da ESPM, deverá se reverter e os 1.0 irão, novamente, perder mercado.

De acordo com o professor, o "avanço na tecnologia de motores tornou os preços dos veículos de maior cilindrada competitivos". Fatores como maior renda e facilidade para a obtenção de crédito são outros pontos que levam o brasileiro a comprar carros de maior desempenho.

De acordo com a tabela FIPE de maio, um Fox 1.0 custa apenas 9,59% a menos do que o mesmo carro na versão 1.6.

Por Rodrigo Alves de Oliveira


O setor de veículos automotores conquistou boas vendas no ano passado, pela isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), em partes pela confiança do consumidor brasileiro, que teve para si maior acesso ao crédito e aumento de renda, bem como incremento dos números do emprego por todo o país.

Estudo relacionado pela Agência AutoInforme constata que os carros zero quilômetro ficaram mais custosos em 1,38% no ano passado, portanto abaixo da inflação média de 5,91% calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

A alta nos preços só não foi superior ao índice previsto pelo IPCA porque, segundo a agência, a grande concorrência entre as concessionárias, que disputaram o grande volume comercializado em 2010, propiciou esse controle de custos.

Embora distante para grande parcela da população, as marcas Chamonix e Ferrari não acresceram os valores em seus veículos. O maior incremento ficou a cargo da Agrale, com carros valorizados em aproximadamente 8,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL


Quem está na procura de um carro zero, ano 2010, é melhor correr para comprá-lo ou aguardar os novos modelos 2011.

Algumas concessionárias anteciparam oito meses antes do término de 2010 sua cota de venda para atrair os consumidores a comprar os novos modelos.

A tática é que com o término do IPI a antecipação dos novos veículos venha para fortalecer e aumentar as vendas evitando gerar prejuízos para as concessionárias, mas pode gerar uma frustração no consumidor que comprou um veículo no final do mês passado para aproveitar o desconto do IPI e neste mês de julho foi lançada a nova linha de veículos.

Por isso, consumidor, pesquise antes de adquirir um veículo zero.

Por Paula Ribeiro

Fonte: G1


O Brasil foi alavancado, principalmente neste princípio de ano, por algumas medidas adotadas pelo governo, a mais mencionada a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a diversos setores de relevância econômica, como é o caso da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), do segmento automotor e da esfera relacionada a materiais de construção.

Os dois primeiros casos tiveram o fator redutivo encerrados em março último, pois o baixo IPI, ou inexistente, continua a prevalecer aos materiais para construir, ampliar ou reformar residências. A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) solicitou, indiretamente, que a isenção desse imposto continuasse até o final deste ano sobre as vendas de caminhões e tratores, pois o próprio Guido Mantega, ministro da Fazenda, admitiu ser esse o segmento que mais demorou a esboçar crescimento após a crise financeira mundial, mesmo depois de algumas camadas terem conseguido.

O portal de notícias G1 veiculou que a abdicação fiscal em relação a essa medida adotada totalizará R$ 775 milhões, algo que, segundo Mantega, não acarretará em ajustes orçamentários ao longo de 2010.

A caminhões, R$ 280 milhões deixarão de ser angariados em impostos, valor bem maior se comparado a comerciais leves – que mantém índice de 4% no IPI – , com aproximadamente R$ 105 milhões sem vida ao governo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Está marcado para hoje, 16 de junho, encontro entre os ministros da Ciência & Tecnologia, Desenvolvimento e da Fazenda para debaterem políticas de estímulo à confecção de carro elétrico em território nacional, tema delongado pelo próprio Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, há algumas semanas.

Essa possibilidade tem sido levantada nos últimos tempos, seguindo exemplo chinês, que dispõe em seu território veículos dessa modalidade em suas ruas e avenidas. O programa, viável ecologicamente, poderá ser ampliado à produção de carros flex, ou seja, movidos por biocombustíveis.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), admite reportagem do portal de notícias G1, tem pressionado o governo na tentativa de reduzir o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos carros flex, com o objetivo principal de seduzir os consumidores brasileiros a fazerem uso do etanol.

Caso essa tentativa por parte da Anfavea surta o efeito esperado, uma compensação de valores devido à “lei da oferta e da procura” poderá elevar o custo do abastecimento por meio do etanol. Mas esse caso é um assunto a ser transcorrido futuramente, bem futuramente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com o presidente da ANFAVEA Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), Jackson Schneider, o mercado de automóveis do Brasil deverá obter um real aumento nos preços dos veículos a partir do próximo mês de maio.

Isto porque ainda há um estoque de carros favorecidos com a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e as concessionárias ainda estão conseguindo realizar vendas a preços mais baixos. De acordo com Schneider, será no mês de maio que será verificada uma real queda nas vendas, o que depois deverá se estabilizar. Ainda não foi divulgado como ficarão os novos preços dos veículos com o fim da redução do IPI.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Portal R7


Com o fim do IPI, as concessionárias já se mobilizaram para não deixarem as vendas diminuírem. As empresas de vendas de automóveis definiram as tabelas de preços, o aumento será o seguinte: 3% para automóveis motor 1.0 e 2.0, e 4% para carros populares.

Provavelmente as concessionárias irão fazer algumas promoções, pois as vendas cresceram muito durante o primeiro trimestre de 2010, estimuladas pela redução do IPI. Promoções certamente virão, as concessionárias não irão deixar cair o índice alto de vendas.

Basta aguardar as promoções e descontos que as empresas irão fazer para compensar a volta do preço normal do IPI. A única alternativa agora é esperar.

Por Mateus Silveira



Para quem pretende aproveitar os últimos dias de redução do IPI, pode ser que já esteja tarde demais. Estão faltando carros nas lojas de veículos.

A redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) deve terminar no dia 31/03, porém, os carros mais buscados pelos consumidores já estão em falta no mercado. Previsão de entrega? Em alguns casos, até de 60 dias.

O setor automotivo espera vender mais de 320 mil carros no mês de março, mas é uma pena que não se prepararam para uma demanda tão grande.

Apenas um exemplo: em concessionárias de São Paulo, o Agile (Chevrolet), fabricado na Argentina, tem fila de espera de cerca de 30 dias.





CONTINUE NAVEGANDO: