De acordo com especialistas, o mercado brasileiro de automóveis vem crescendo rapidamente, o que resulta em excelentes oportunidades para as montadoras e fornecedores internacionais.

O mercado de automóveis brasileiro poderá se tornar o terceiro maior do mundo, depois da China e dos EUA. Segundo estatísticas, o setor de veículo utilitário pode ter um crescimento anual de 8% no ano de 2015.

Os maiores custos de produção, financiamentos caros e tributação elevada combinam com baixos níveis de automação na produção, dando uma vantagem competitiva sem corte de pessoal para o Brasil.

A economia florescente do Brasil tem impactado positivamente no setor automotivo brasileiro. Como resultado, o número de vendas de automóveis deverá crescer para 6,6 milhões de unidades por ano até 2020. E a estrutura da oferta está mudando. Expectativas crescentes entre os compradores de carros estão gerando forte demanda no segmento Premium.

Em 2014, o número de veículos Premium vendidos no Brasil poderá chegar a um milhão por ano. As montadoras e fornecedores internacionais do setor automotivo podem aproveitar essa tendência.

O mercado brasileiro poderá, no entanto, apenas enfrentar a concorrência global, se estiver preparado para investir significativamente em muitas partes da indústria automobilística. Os níveis relativamente baixos de automação e produtividade estão empurrando para cima os custos de produção.

Por Salete Dias


Os veículos de baixo custo estão em alta no mercado automotivo mundial e por isso a Suzuki resolveu entrar neste comércio com a subsidiária Maruti presente na Índia.

Segundo a empresa japonesa, o foco da Maruti – que já é líder no mercado indiano com veículos baratos – será a Ásia e a África inicialmente, mas com possibilidades de avançar para América Latina e Europa nos próximos anos.

Fonte: Notícias Automotivas

 

Dentre os carros oferecidos pela Maruti estão modelos como o 800 que custa cerca de R$9.400,00 além de outros que serão criados especialmente para esta expansão da marca.

Por Ana Camila Neves Morais


Ao que tudo indica o conceito da Lexus, o LF-CC, foi confirmado para produção. De acordo com o site inglês Autocar, o carro é esperado para estar pronto antes de 2015. O conceito foi mostrado no Salão de Los Angeles (EUA).

Fonte: Autoblog.com

 

A marca de luxo japonesa vai trabalhar intensamente no projeto do cupê no começo do próximo ano e ainda está pensando em um arrojado crossover, um rival para o Range Rover Evoque que tem feito um grande sucesso. 

O LF-CC deverá ser oferecido como versão cupê e conversível, dividindo sua plataforma com o novo IS e o GS, os motores também serão compartilhados.

Por Ana Camila Neves Morais


Se na lista dos modelos mais vendidos do Brasil, no mês de setembro, quem leva a melhor é a Volkswagen, com o Gol, no ranking das montadoras a situação é diferente. A sua principal rival, a Fiat, continua na liderança, com o emplacamento de 60.477 unidades, levando em conta as vendas de comerciais leves e automóveis, o que significa uma parcela de 20,60% do mercado, contra 58.859 unidades da montadora alemã, que detém uma participação de 20,05%.

O ranking divulgado no site da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) contempla ainda a General Motors, que aparece na 3ª posição, com a comercialização de 53.670 unidades em setembro; a Ford, que vendeu 25.482 unidades; e a Renault, que emplacou 17.942 modelos no período. As 10 primeiras posições são completadas pela Hyundai (9.178), Kia (9.054), Toyota (8.926), Honda (8.541) e Citroën (7.721).

A lista das vendas acumuladas pelas montadoras presentes no país ao longo dos 9 primeiros meses de 2011, somados os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, também é semelhante. A primeira colocação é da Fiat, que atingiu a venda de 561.692 unidades, seguida pela Volkswagen, com o emplacamento de 520.488 modelos. Entre os cinco primeiros ainda aparecem a GM (464.482), a Ford (235.866) e a Renault (132.311).

Somando-se as vendas de todas as marcas, desde o dia 1º de janeiro de 2011 até o dia 30 de setembro, foram comercializados 2.527.358 modelos, um aumento de 6,7% no número de emplacamentos, se comparado com a mesma época de 2010.

Por André Gonçalves


No ranking de vendas das montadoras de automóveis, a Fiat manteve-se na liderança durante o mês de julho, com a comercialização de 67.366 unidades de seus veículos; contra 58.842 unidades vendidas pela Volkswagen.

Os números, que podem ser conferidos no site da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), levam em conta o emplacamento de automóveis e comerciais leves; revelando uma fatia de mercado de 23,40% para a marca italiana e 20,44% para a fabricante alemã.

Na sequência da lista de julho, aparecem a GM (51.598); Ford (26.269); Renault (16.237); Hyundai (9.254); Peugeot (7.367); Toyota (7.214); Citroën (7.025); e Honda (6.728).

No acumulado do ano, a situação também é parecida, com a liderança da Fiat, que vendeu 433.851 modelos (comerciais leves e automóveis); enquanto a Volkswagen emplacou 396.822 unidades. A GM, com a venda de 354.865 veículos; a Ford, com 182.292; e a Renault, que comercializou 96.714 unidades, completam a lista das 5 melhores colocadas.

Somando as vendas de todas as marcas, o total atingido entre janeiro e julho de 2011 é de 1.920.020 unidades, um acréscimo de 8,15% em relação ao mesmo período, no ano passado.

Por André Gonçalves


A magnitude da tragédia natural que se abateu sobre o Japão, além da dor, do imenso número de vitimas, da destruição física tem no vazamento radioativo da usina nuclear de Fukushima, um agravante preocupante: a contaminação radioativa.

E essa preocupação se estende também a um produto que o Japão exporta para várias partes do mundo, os automóveis. Além da concreta suspensão das atividades de diversos setores, existe também a preocupação de que veículos fabricados no país possam ser contaminados pelo vazamento ocorrido em função do Tsunami.

E para minimizar os efeitos dessa preocupação e esclarecer o mundo, três gigantes da fabricação de carros no Japão, a Honda, Nissan e Toyota, de acordo com o site americano Inside Line, informaram que seus veículos para exportação não foram contaminados pela radiação nuclear.

De acordo com executivos das empresas citadas, a totalidade de suas fábricas, exceto uma de motores de propriedade da montadora Nissan, está localizada distante dos reatores que foram afetados pelo maremoto. A Nissan garante através de seu vice-presidente de comunicações, David Reuter, que serão tomadas todas as medidas necessárias para garantir a segurança. Já a Toyota informou que seus veículos para exportação são lavados em instalações de processamento, além de serem envolvidos em plásticos para transporte nos navios, antes de chegarem às concessionárias para a comercialização.

Por Mauro Câmara


Agregando tecnologia e eficiência, os parques de fabricação de automóveis espalhados por sete unidades federativas do país já foi menor, mais precisamente quatro, na década de 1990. Na ocasião, o estado de São Paulo respondia por 75% de toda a produção, mas atualmente representa 45%.

O ingresso de montadoras estrangeiras ao longo dos últimos anos, sobretudo as asiáticas, impulsiona novas medidas para o país assegurar produção mais ampla ao mercado interno em detrimento aos veículos importados. Por esse motivo, em particular, São Paulo pode voltar a conceber mais da metade da fabricação brasileira, embora em menor grau em relação aos anos 90.

De acordo com matéria da Auto Esporte Online exposta na página da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), São Paulo foi indicada como sede da Chery e da Hyundai para acolher suas primeiras unidades no país, além da Toyota, que já pretende edificar sua segunda fábrica.

O interior do estado parece ser o local escolhido. A produção inicial e total estimada é de 270 mil unidades anuais, com possibilidades de chegar a 450 mil nos próximos dois anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Sinônimos de frágeis há anos, os produtos chineses ganham cada vez mais notoriedade no Brasil. Confeccionados por meio de mão de obra mais barata em relação à brasileira, as mercadorias vão desde simples brinquedos de plástico a aparelhos de som, DVDs e outros componentes mais. Recentemente, o país tem recebido veículos do país, com destaque para a Chery, que já dispõe bom número de concessionárias.

Em breve, segundo informações divulgadas pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a Brilliance chegará ao Brasil, mais estritamente entre maio e abril. Inicialmente, a fabricante comercializará os modelos sedã médio FSV, os hatches FRV e FRV Cross e o Splendor, de luxo.

Por enquanto, a marca ainda mantém mistério em relação a valores, mas é bem possível que sejam atrativos para nutrirem competição com as demais montadoras daqui. A informação mais precisa é a de que os veículos chegarão com bom número de equipamentos de segurança e conforto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Para os apaixonados por carros esportivos surge mais uma opção no mercado mundial. De acordo com matéria do site Carro Online é a Marussia Motors, que iniciou a produção de dois modelos esportivos já lançados no mercado russo. Com preços a partir de 100.000 euros (algo em torno de R$ 225.000, sem impostos), a empresa com sede em Moscou venderá seus carros somente sob encomenda e conforme estratégia anunciada pela montadora em breve deverá ocorrer à criação de um utilitário esportivo que será batizado de F2 SUV.

Quanto aos seus modelos esportivos estes foram batizados de B1 e B2 e estão sendo fabricados em diferentes versões, mas todos serão equipados com motor 3.5 V6 fabricado pela empresa britânica Cosworth em 3 opções: 300CV, 360CV e 420CV. Em termos de visual o B1 e um pouco mais comportado. Já o B2 tem tudo para agradar os que gostam de carros esportivos de desenho arrojado, de linhas quase aeroespaciais, lembrando, como citado na matéria do site Carro Online, caças de guerra.

De acordo com a fabricante não é apenas no arrojo do desenho que o B2 se destaca. Na sua versão de maior potência sua aceleração vai de 0 a 100 Km/h em apenas 3,3 segundos e pode chegar a 290 Km/h de velocidade máxima, aliando um design sedutor e um desempenho muito atraente lhe dando alma realmente de um esportivo.

Por Mauro Câmara


O ambiente vivido pelo Brasil remete a alguns, mesmo empiricamente, a abertura econômica brasileira durante a ditadura militar, embora o período e condições sejam totalmente alheias, muito diferentes. A euforia, talvez o termo mais exato para designar tal comparação – errônea dependendo do ponto de vista – é observada tanto dentro do país como no exterior.

O poder aquisitivo da população, o acesso ao crédito e o ingresso de milhares de pessoas das classes D e E à média surgem como motivador às empresas. Ah! Existe a desvalorização do dólar em relação à moeda brasileira – neste caso, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, assegura que a entidade está atenta. Para o assunto não discorrer além deste ponto e fugir do foco principal, citemos uma das esferas que melhor se comportou nos últimos meses: veículos automotores.

O setor nacional conseguiu recorde de vendas, mas são as montadoras estrangeiras as grandes interessadas atualmente. Até o final de 2010 cerca de 80 inaugurações de novas concessionárias agregadas à Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) estão previstas. A Kia Motors, grande destaque, pretende sozinha implantar 20 locais.

A desvalorização do dólar, novamente à tona, é um dos principais fatores, tanto que entre janeiro e agosto deste ano mais de 60 mil carros das associadas à Abeiva foram comercializados, alta de 148,9% em comparação ao período similar do ano passado. A própria entidade, segundo o portal de Economia UOL, acredita que em 2010 mais de 90 mil unidades serão vendidas e outras 120 mil em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O assunto desta semana parece ser, de fato, a China, que recentemente começou a ser considerada a segunda potência econômica mundial, ultrapassando o Japão, mas atrás dos Estados Unidos. A atuação dos asiáticos em todos os cantos do mundo, inundando por exemplo o Brasil com seus produtos de baixo custo e inúmeras utilidades, tem possibilitado os chineses sonharem cada vez mais alto.

Um caso particular é o ansiado pela principal montadora privada de automóveis do país, a Great Wall Motor Co Ltd, que pretende edificar unidades na Venezuela e no Brasil. De acordo com o jornal China Daily, a companhia planifica produzir veículos automotores também na Bulgária, Filipinas, Malásia, Senegal e Venezuela.

Artigo emitido pelo portal de Economia UOL assinala que Wei Jianjun, presidente da montadora, divulgou que a companhia já firmou os primeiros acertos com sócios situados na Turquia, Tailândia, Brasil e África do Sul no intuito de construir fábricas daqui a poucos anos.

Possivelmente a montadora chinesa empregará direta e indiretamente muitos brasileiros caso o intento venha à tona. No entanto, o governo brasileiro – atual e próximo – deve estar atento às tarifas e preços dos automóveis (caso venham a ser feitos por aqui), pois as montadoras brasileiras não pretendem perder espaço conquistado ao longo de anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


É inegável e irreversível a tendência de buscar alternativas aos combustíveis poluidores que movimentam os veículos hoje pelo mundo. E cada vez mais montadoras buscam o desenvolvimento de projetos de carros ou que diminuam este impacto ambiental ou mesmo sejam movidos por outro tipo de energia que não produza os efeitos danosos que os combustíveis atuais provocam.

Dentro desta filosofia a Toyota anunciou parceria com a americana Tesla, fabricante de veículos elétricos, para o desenvolvimento de um modelo de propulsão elétrica do esportivo utilitário da marca japonesa, o SUV RAV4, com previsão, informada pelo fabricante japonês, de chegar ao mercado americano em 2012.

O Toyota RAV4 é comercializado atualmente no Brasil em uma única versão com motor de quatro cilindros 2.4 de 170CV com tração integral e reduzida.

O projeto deste elétrico é a primeira parceria entre as duas empresas após a Toyota adquirir ações ordinárias da fabricante de veículos elétricos americana que se destaca no desenvolvimento de veículos baseados nesta nova e limpa tecnologia.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carro Online, G1


Marcas de automóveis da China vêem no Brasil um grande potencial de mercado, apesar de ainda muito pouco conhecidas por aqui. Em 2007 só havia uma marca chinesa presente no mercado brasileiro. Hoje elas já são quatro e até o fim de 2010 espera-se que mais três cheguem ao mercado nacional.

A primeira marca chinesa a chegar no Brasil foi a Chana, que em 2007 vendeu pouco menos do que 150 carros. Depois chegaram a Effa Motors, CN Auto e a Cherry. As quatro juntas venderam pouco mais de três mil carros em 2009.

Apesar da presença tímida no mercado brasileiro esse ano ainda devem chegar a JAC, a BYD, e a Great Wall. Outras montadoras orientais, japonesas e coreanas, também tiveram paciência para entrar no gosto do consumidor nacional. Talvez num futuro próximo os brasileiros verão muito mais carros chineses nas ruas.

Por Thiago Martins





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