Modelo passará por mudanças e começará a ser produzido a partir de novembro deste ano.

A Jeep, atual fabricante da linha Crysler, embora ainda não tenha admitido publicamente, deverá retomar a produção da linha dos robustos jipes Wrangler, segundo a americana FCA.

Segundo a imprensa especializada, até meados de novembro a retomada da linha de montagem deverá ser instalada no estado de Ohio, mais precisamente na cidade de Toldo. Deste modo, a atual montagem dos veículos deverá ser transferida para o estado de Illinois.

Com a volta da fabricação deste tipo de Jipe, serão necessários novos investimentos em alta tecnologia, já que a empresa pretende alterar o projeto inicial do veículo e mexer na estrutura dos novos modelos, onde o material empregado passaria a ser o alumínio, em vez do tradicional aço pesado. Para tal, a empresa vai ter que mexer na sua linha de produção, pois este material exige que novos procedimentos sejam adotados.

Além de mexer na plataforma base do projeto, a Jeep pretende adotar as novas tecnologias inclusive na nova mecânica, que deverá ser alterada também. Neste ponto, a utilização do alumínio deverá entrar inclusive na fabricação do próprio motor dos novos modelos.

Já se sabe que a nova montagem dos veículos deverá se concentrar em novos modelos batizados de ‘Hurricane’. A mecânica deverá contar com motores que deverão adotar o novo princípio da compressão variável, com comando de válvulas variável. Aliás, esta é a mais nova tendência a ser apresentada no próximo Salão de Detroit neste mês de janeiro. A utilização será um motor do tipo 2.0, movido a gasolina e do tipo turbo. Tudo isso poderá render uma potência em torno dos 300 cavalos força com um câmbio manual de oito marchas, em contraposição aos últimos modelos que foram fabricados e eram de cinco tempos.

Os novos modelos deverão ser fabricados em estilo de cabine dupla, ao contrário dos últimos exemplares do tipo Unlimited e Sport, que deverão deixar a linha de produção da empresa em meados de março deste ano. A Jeep pretende investir no segmento SUV, uma tendência mundial e neste sentido, ela vai aproveitar a pausa dada a partir do mês citado para de adaptar às novas tecnologias que deverão ser empregadas na fabricação da nova linha em novembro.

Emmanoel Gomes


O Governo Federal anunciou, o Jornal Nacional divulgou, a imprensa escrita explica, mas as dúvidas ainda são muitas em relação ao novo regime automotivo brasileiro.

A partir de janeiro de 2013, o Governo vai vincular as reduções de impostos (que os fabricantes tanto querem) a compromissos de melhorias nos carros fabricados a partir do ano que vem.

O Governo dá incentivo, mas em troca os fabricantes devem investir em pesquisas, a fim de desenvolver veículos melhores, mais seguros e mais duráveis.

Uma das vantagens dessas mudanças é que o carro do futuro gastará em média 13% menos combustível, fazendo com que o proprietário economize até 23% para manter o veículo circulando.

Exemplificando:

Se seu carro hoje faz 14 km com um litro de gasolina, a partir de 2013 o mesmo modelo novo deve percorrer cerca de 17 km por litro.

Os veículos movidos a álcool subiriam dos atuais 9,7 km por litro para quase 12 km/l.

Mas a redução no consumo não é a única vantagem, os investimentos em pesquisas garantirão uma contínua e progressiva evolução e aperfeiçoamento. Não será mais tolerado pelo Governo o comodismo na área.

O regime prevê ainda a obrigatoriedade do uso de peças nacionais, aquecendo o mercado interno nesse segmento.

As tecnologias já disponíveis em carros importados, que alertam o condutor sobre o risco de colisão e outro que controla a estabilidade evitando capotamento, também foram solicitadas pelo Governo às montadoras.

Preços dos Veículos a partir de 2013:

A principal curiosidade do consumidor é sobre os preços dos veículos fabricados a partir de janeiro de 2013. Sobre este tema, o Ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, respondeu à Rede Globo que espera que os preços caiam: “Ao estimular a concorrência, estão vindo para o Brasil novas indústrias, isso vai forçar com que as empresas que já estão estabelecidas por aqui também reduzam seus preços. Queremos carros mais baratos”, ressalta o Ministro.

Por outro lado, a indústria brasileira de carros automotivos não se arrisca a fazer qualquer prognóstico a respeito da redução de preço.

Pela lógica, deveria permanecer no atual patamar de preços, pois se por um lado as indústrias terão que investir mais, as reduções de impostos poderiam compensar os tais investimentos.

Para o consumidor, só resta aguardar para saber se os novos e mais eficientes veículos serão também mais baratos!

Já para as montadoras, só resta cumprir com as obrigatoriedades impostas pelo Governo, caso não queiram ser penalizadas com 30% a mais de IPI.

Por Jaqueline Rebouças


Com o constate investimento das montadoras na fabricação de modelos de veículos no Brasil, a Ford aposta suas fichas na fabricação do face-lift do New Fiesta no ABC de São Paulo, região tradicionalmente conhecida pelas inúmeras empresas de carro presentes, que geram empregos e fazem girar a economia da área.

Com esta produção do New Fiesta no Brasil, o veículo da Ford vai entrar no mercado automobilístico nacional já com o face-lift, o mesmo que tem sido observado com camuflagem em países europeus.

A cidade do ABC que foi escolhida para a produção do modelo é São Bernardo do Campo. Em um primeiro momento, as unidades do pré-série iriam começar a ser montadas, mas houve um problema relacionado ao prazo que, segundo a Ford, não foi cumprido por seus fornecedores. Desta forma, a produção que estava próxima de iniciar terá um atraso de aproximadas oito semanas.

Sendo assim, o início da produção das primeiras unidades do compacto ocorrerá no mês de setembro, ao invés de abril, como estava configurado no início. O projeto da produção do New Fiesta no Brasil deve durar apenas três anos, pois, com a constante atualização dos modelos, é provável que, após este prazo, seja iniciado um novo plano para a geração posterior do veículo.

Por Marcelo Araújo


Na estreia da 1ª fábrica da Fiat na China, construída para concorrer no mercado automotivo local, a montadora anuncia o início de suas atividades, com a produção do sedan Viaggio.

Segundo as informações divulgadas, a fábrica na China recebeu um grande investimento por parte da respectiva montadora e da chinesa GAC, totalizando US$ 786,7 milhões, usados para garantir a sua construção e funcionamento.

Com o objetivo de produzir, ao ano, 140 mil unidades do sedan Viaggio, a Fiat equipou o modelo com o motor 1.4 l T-Jet, capaz de gerar até mesmo 120 ou 150 cv, conforme a versão. O veículo conta também com 2 tipos de transmissão, a automática de 5 velocidades ou a nova da montadora, com dupla embreagem e 6 marchas.

O investimento da Fiat no mercado automotivo da China, apesar de grandioso, está em atraso comparado com as demais marcas concorrentes, tais como a General Motors e a Volkswagen, que comercializaram 2,55 e 2,25 milhões de veículos em 2011, respectivamente, contra apenas 991 unidades da Fiat.

Sendo assim, o momento é de correr em busca de suas metas a fim de obter o crescimento desejado na China.

Por Anne A. Matioli Dias


A grande montadora General Motors anunciou recentemente que vai produzir uma nova geração do carro “Impala”, símbolo dos automóveis da década de 1950 nos EUA.

Em Oshawa, Canadá, sede de uma das fábricas da GM, serão feitos grandes investimentos de até US$ 68 milhões (aproximadamente R$ 126 milhões) para que o novo sedã tenha êxito na fabricação.

A indústria americana já havia anunciado recentemente investimentos da ordem de R$ 345 milhões e a criação de 750 empregos na mesma Oshawa para produzir o Cadillac XTS em 2012.

Além de Oshawa, o novo Impala também será fabricado em Detroit, Canadá, onde existe outra unidade da General Motors. Os executivos da empresa esperam que o decrescente sucesso do carro durante as últimas décadas possa cessar, havendo assim um grande aumento nas vendas.

O Impala já foi um dos grandes e maiores modelos luxuosos da Chevrolet. Lançado em 1958, o sedã ficou no topo de linha de produção até 1974. O recorde de vendas foi atingido em 1965 nos Estados Unidos quando chegou a marca de 1 milhão de unidades vendidas. Em 2006 foi produzida a última versão do modelo e contava com um motor 3.5 V6, produzindo uma potência de 211 cv, além da versão SS com um motor 5.3 V8 de 303 cv.

Por Manoel da Costa Junior


Depois do anúncio da paralisação por três dias da Toyota na sua unidade no Brasil, agora foi a vez da Honda informar que acontecerá uma interrupção na sua fábrica de Sumaré, localizada em São Paulo. A falta de peças disponíveis no estoque é o grande problema. Elas são importadas do Japão, que devido ao terremoto e tsunami ocorrido em 11 de março, vem trazendo sérios danos para as montadoras e suas respectivas produções.

Segundo informações do site My FEN, as férias de junho serão antecipadas para o mês de maio, quando a partir do dia 23, as atividades ficarão paralisadas por 10 dias.

Em Sumaré são produzidos os modelos City, Civic e Fit, sendo que 6 mil unidades desses modelos vão deixar de ser fabricados no período citado acima. A montadora não conseguiu informar precisamente quais serão os danos causados pela paralisação frente aos seus concessionários e também no pós-venda.

Uma informação controvérsia é sobre o lançamento do Honda Civic 2011. Segundo fontes de dentro da montadora, a programação para o lançamento segue normal. Porém, veículos de comunicação afirmam que o modelo chegue somente em 2012.

Por Oscar Ariel


Realmente a indústria automobilística nacional está em seu melhor momento, quebrando recordes de produção e vendas com crescimento sustentável. E tanto o momento é bom que até no segmento dos superesportivos o país começa a produzir lançamentos. Primeiro foi o belo e potente Vorax e agora em 2011 o Brasil terá mais esportivo nacional: o DoniRosset, cuja escultura do modelo definitivo foi divulgada pela empresa que irá produzi-lo, a Amoritz GT Design Automotivo.

E o produto final apresentado do protótipo é um carro esportivo de linhas aerodinâmicas, desenho fluente, agressivamente elegante e esportivo que lembra muito um protótipo de corrida. E esta é também uma característica do seu conjunto mecânico. Seu propulsor é um 8.4 Litros V10 que gera somente 1.007 CV de potência e que já equipa o modelo Dodge Viper.

Com certeza será um superesportivo para mexer com a imaginação dos apaixonados por carros esportivos, pois vai aliar além de um potente conjunto propulsor a beleza e a sedução destes carros, além de possuir DNA nacional. E para aumentar o glamour do modelo, como não poderia deixar de ser, será também exclusivo. A previsão é de que sejam fabricadas somente 50 unidades.

Por Mauro Câmara

Fonte: Carros IG


Os carros produzidos pelos emergentes normalmente são vistos com certa desconfiança. Tomemos como exemplo os modelos das fabricantes chinesas, cuja qualidade desde o inicio foi questionada, mas que aos poucos vão não só adquirindo experiência, agregando valor a seus modelos como ganhando espaço no mercado mundial. Com os modelos russos parece acontecer a mesma coisa. Economia emergente e componente do BRIC, assim como Brasil, China e Índia, a indústria automobilística russa parece querer atingir um nível melhor na produção de veículos.

De acordo com matéria do site Interpress Motor, é isto que ocorrerá com o novo sedã da Lada, o Granta. Modelo de baixo custo, mas que dará especial atenção aos itens de segurança. O sedã começará a ser produzido no final de 2011 e deverá ser comercializado também na Europa Ocidental.

Tendo a Renault como acionista, isto talvez explique a nova filosofia visando à qualidade e segurança, a Lada irá equipar este novo sedã com itens como freios ABS, sistema de controle de estabilidade e airbags. Quanto à motorização o propulsor deverá ser 1.6 16V, que já equipa modelos da Renault. O design também se renova e o Granta é um sedã de linhas modernas, desenho discreto, mas elegante que remodela as linhas dos modelos da Lada.

A colocação de itens de segurança que normalmente não compõem modelos de baixo custo fabricados em países emergentes parece que não irá encarecer o modelo. Estima-se que o preço deste novo sedã na Rússia seja o equivalente a R$ 12.180 (220.000 rubros).

Por Mauro Câmara


Para os apaixonados por carros e pelas novidades do mundo automotivo, Janeiro de 2011 promete começar bem. Logo no primeiro mês do ano vai acontecer o Salão do Automóvel de Detroit onde com certeza serão exibidas muitas novidades. E uma delas promete ser o protótipo da próxima geração do SUV Kuga da Ford, conforme matéria do site Carsale UOL e informações da Automotive News.

O SUV Kuga, nome do modelo na Europa, também é conhecido como Escape, terá o inicio de sua fabricação a partir da segunda metade de 2012 com a previsão do inicio das vendas no ano seguinte nos Estados Unidos. Trata-se de um utilitário esportivo e pequeno porte, desenho limpo, sem arestas ou reentrâncias e de aspecto esportivo.

O atual Kuga, de acordo com a matéria citada, foi o segundo utilitário esportivo mais vendido na Europa e apostando nesta boa aceitação a Ford investirá com certeza em uma nova geração que deverá ser ainda mais atraente. Falta decidir o nome de batismo do novo modelo, pois a Ford não sabe se adotará a política de um nome global como já fez em relação a outros modelos de sucesso de sua linha de produção.

Por Mauro Câmara


A boa comercialização de veículos automotores desde o final de 2009 e inicio deste foi apoiada, principalmente, pela exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), medida adotada pelo governo federal para a obtenção de melhores resultados diante da crise financeira. Em agosto passado, contrariando as perspectivas mais otimistas, vendas consideráveis foram realizadas.

Para 2010, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) decidiu elevar a estimativa de produção de carros para 13,1%, bem acima dos 6,5% anteriormente conjeturados. Com essa alta, caso confirmada, 3,62 milhões de unidades deverão ser contabilizadas.

No quesito vendas a entidade manteve o prognóstico de 8,2%, ou seja, 3,4 milhões de veículos automotores. Segundo a agência de notícias Reuters, a Anfavea acredita que as exportações avançarão 57,9% neste ano em comparação a 2009, bem mais elevada que a estimativa anterior, de 30,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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