Desde o início do ano foram comercializados 983 mil veículos, uma queda de 25% se comparado com o ano passado.

As vendas de veículos novos sejam eles caminhões, ônibus ou carros tiveram o pior primeiro semestre nos últimos 10 anos, de acordo com dados da federação dos concessionários, a Fenabrave, divulgados na última sexta-feira dia 1º.

Ao todo foram comercializadas 983.599 unidades entre os meses de janeiro e junho, já no mesmo período de 2015 foram 1.318.984 veículos, o que representa 25% de queda.

Foi o pior resultado desde o ano de 2006, onde aconteceu o emplacamento de 861.000 veículos no primeiro semestre. Já em 2007, no mesmo período, a marca ultrapassou 1 milhão, batendo 1.082.257 de unidades.

A Fenabrave tem notado uma pequena melhora em seus índices, porém, não realizou alterações em suas projeções para o ano de 2016, que prevê uma queda de 15% em suas vendas de veículos em geral.

Ao contrário da Anfavea, a associação das montadoras tinha revisto suas projeções de vendas e de produção para o ano de 2016 para baixo, antes mesmo do semestre ter fechado. De acordo com as novas previsões, no ano as vendas devem cair em 19%, para cerca de 2 milhões. Enquanto nos primeiros anos da década, quando era considerado o 4º maior mercado mundial, o Brasil chegou a vender algo próximo do dobro disso.

A fabricação de caminhões, ônibus e carros deverá diminuir em 5,5%, chegando a 2,29 milhões de veículos.

Na próxima quarta-feira, dia 6 de julho, serão divulgados os dados sobre a produção do 1º semestre.

Foram vendidos no mês de junho 171,7 mil unidades, o que é 19% abaixo se comparado a 1 ano atrás, porém, 2,5% a mais que o mês de maio, que contou com um dia útil a menos.

No primeiro semestre as vendas de carros tiveram um recuo de 25%, totalizando 951,2 mil unidades, porém, os veículos pesados tiveram uma queda maior. A queda dos caminhões emplacados foi de 32% entre janeiro e junho, quando comparado com o mesmo período do ano passado (25,4 mil). Já os ônibus recuaram 40,7%, com 6,9 mil unidades.

Já o segmento de motos, que é contabilizado à parte, teve uma redução 14,7% no semestre, batendo as 547 mil unidades comercializadas, comparando entre os meses de janeiro e junho do ano passado.

FILIPE R SILVA


Foi uma disputa apertada durante todo o último ano, mas o Fiat Palio conseguiu tirar do Volkswagen Gol o título de carro mais vendido no Brasil.

A diferença nas vendas entre os dois modelos foi de apenas 381 unidades, sendo que foram comercializados 183.744 unidades do Palio em 2014, enquanto do Gol foram vendidas 183.367 unidades durante todo o ano.

Mesmo não alcançando um resultado favorável, a Volkswagen se mostra otimista com os números apresentados pelo modelo no ano anterior. De acordo com uma nota oficial divulgada pela própria VW, a montadora afirma que o Gol é um vencedor, por ser o carro preferido entre os brasileiros há 27 anos e por, durante estas quase três décadas, ter sido o modelo com maior número de unidades produzidas, sendo mais de 7,5 milhões de carros fabricados desde 1980, ano em que o modelo foi lançado.

Outro fator mencionado na nota pela montadora é que o percentual de diferença nas vendas dos dois modelos foi de apenas 0,2% e, enquanto a Fiat comercializa duas versões para o Pálio (sendo uma atual e outra antiga), o Gol não conta mais com sua versão G4, que era considerada a mais popular do modelo e, mesmo sem ela, ainda obteve a segunda colocação entre os carros mais vendidos no país em 2014.

Especialistas no mercado automotivo afirmam que a versão Fire do Palio (mais antiga) corresponde a 55% de todas as vendas do modelo da Fiat. Já o G4, que era a versão mais barata do Gol, representava uma fatia de 20% de todas as vendas do modelo no mercado.

A versão G4 do Gol deixou de ser fabricada no final de 2013, pois para a VW não seria financeiramente lucrativo a instalação do dispositivo de segurança (airbag) neste modelo. A instalação deste dispositivo se tornou obrigatória em todos os carros fabricados no país desde o ano passado.

A disputa entre as duas montadoras se arrastou durante todo o ano de 2014, onde tanto a Fiat quanto a Volkswagen lançaram mão de diversos artifícios, como descontos e linhas de financiamentos facilitados na busca de alavancarem suas vendas.

Completando a lista dos 10 carros mais vendidos no Brasil em todo ano de 2014, ainda temos a Picape Fiat Strada, o Onix da Chevrolet, Fiat Uno, Hyundai HB20, Ford Fiesta Hatch, Siena da Fiat, Fox da VW e fechando a lista, o Renault Sandero.

Por André F.C.

Foto: divulgação


Em 2015 alguns modelos de carros sairão de linha no mercado. Esta renovação é comum de acontecer em cada ano que finaliza. No ano de 2013, por exemplo, o modelo vetusta Kombi e também as versões populares Mille, Ka e Gol G4 também sairam de linha.

No final de 2014, diversas versões deixarão de existir, como por exemplo, os modelos: Chevrolet Agile, Chevrolet Sonic, Ford Fiesta Rocam, Hyundai Sonata e Peugeot 508.

O veículo Chevrolet Agile alcançou vendas satisfatórias, mesmo não tendo um design atraente. Com o intuito de reformular o modelo, foi inserido o câmbio automatizado, mas, em pouco tempo, a versão Onix o superou no mercado.

Foto: divulgação

O Chevrolet Sonic teve como intuito no mercado ser um intermediário entre os modelos de carros populares e o médio Cruze. Mesmo tendo um potente motor 1.6 16V de 120 cv, não conseguiu conquistar o mercado devido à falta de um design elegante.

O Ford Fiesta Rocam agradou vários clientes no Brasil, o que possibilitou um destaque no mercado na Campanha Upgrade, onde ficou em quarto lugar dos carros mais vendidos. Sai de linha para dar espaço ao modelo Novo Ka.

Foto: divulgação

O veículo Hyundai Sonata proveniente da marca sul-coreana, alcançou um sucesso de vendas e conquistou a admiração de vários clientes. Devido o preço de mercado ter se equiparado ao modelo Azera, acabou perdendo espaço e deixando de ser uma versão importada.

O Peugeot 508 teve um atraente design em seu modelo e foi planejado com uma tecnologia avançada. Dotado de um excelente motor 1.6 THP e de câmbio automático de seis marchas, acabou não conquistando o sucesso no mercado, por causa do seu alto preço que chegou a ser de R$ 112.000.

Outro modelo que deixa o mercado é o Chery Cielo que deixou a desejar em sua qualidade e também na parte mecânica. O seu motor possuiu apenas a opção 1.6 de 119 cv e o câmbio manual.

Por Felipe Couto de Oliveira


Que o Cruze é um carrão, literalmente, ninguém duvida. Contudo, no ano de 2014, o carro ganhou ainda mais prestígio ao disparar na segunda colocação entre os sedãs mais adquiridos no Brasil, tomando o lugar do Civic, que há muito só perdia o posto de melhor sedã para o Corolla, que continua isolado na primeira colocação, vendo os concorrentes pelos retrovisores.  

O Cruze, no mês de novembro, vendeu 3.665 unidades, pouco mais de 100 unidades à frente do Civic, o seu concorrente anterior mais próximo. O carro dobrou o número de vendas, se considerado o mesmo período do ano    passado.  

No mês de novembro, o Toyota Corolla vendeu 6.133 unidades e, pela terceira vez consecutiva, conseguiu manter-se com mais de 6 mil veículos vendidos no decorrer do mês. Em quarto lugar, e um pouco isolado, segue o VW Jetta, com apenas 1.337 veículos.

Sem dúvida, vários fatores interferem na colocação desses veículos. O preço é um dos principais. As concessionárias ainda não conseguem fabricar um veículo com qualidade superior e com preço acessível ao consumidor    brasileiro.  

O Cruze foi lançado para ser o carro conceito da Chevrolet e, durante os anos em que está no mercado, vem conseguindo manter esse status. Se mantiver esses números e as compras do Corolla caírem no decorrer dos anos,    provavelmente, o Cruze alcançará o topo do mercado. Sem dúvidas, é um carrão com inúmeras inovações e merece destaque no mercado. 

O carro possui 144 cv de potência máxima e conta com um motor 1.8. Além disso, possui um porta-malas de dar inveja aos concorrentes, com incríveis 450 litros. 

A segurança não fica para trás: o carro conta com seis airbags espalhados pelo veículo. Além disso, possui freios ABS nas 4 rodas.  

É um excelente carro, porém, quem quiser adquiri-lo terá que desembolsar uma boa quantia em dinheiro, afinal, o Cruze não sai de uma concessionário por menos de R$ 73.500,00. 

Por Daniel Alves

Foto:  divulgação


Cresce o número de brasileiros interessados em comprar um carro novo, porém, é preciso muita cautela nessa hora, do contrário, você terá prejuízo e muita dor de cabeça! Mas ficando atento às 9 dicas abaixo, certamente você conseguirá comprar seu carro zero km, evitando uma série de problemas.

O primeiro passo, é claro, será comparar os preços, mas isto não significa que o mais barato é o mais vantajoso. Analise também à respeito de reposição de peças e até mesmo a garantia.

Outro item muito importante a ser visto é quanto à questão da desvalorização, pois todo carro zero km, após adquirido, sofre uma imediata desvalorização e, com o tempo, se desvaloriza ainda mais, uns mais e outros menos.

Foto: divulgação

Veja no mercado quais são os modelos estão tendo menos desvalorização, assim você poderá evitar perder dinheiro.

O Seguro também é muito importante, afinal, você vai estar andando em um carro novinho e algo inesperado pode acontecer. Não dá para arriscar, é de fundamental importância que você tenha o seguro e isso deve ser visto antes de comprar seu carro zero km.

Veja quais são os modelos que mais lhe interessam e faça uma cotação no mercado do valor do seguro para cada um destes modelos, para ter uma ideia de quanto você terá que gastar.

Verifique com antecedência também a Rede de Oficinas Autorizadas, principalmente na cidade onde você mora, ou onde você costuma ir com mais frequência. Imagine só que o veículo apresente algum problema e você descubra que a oficina autorizada fica a centenas de kilômetros de onde você mora? Então, não arrisque, veja isso com antecedência.

Foto: divulgação

Faça um levantamento também dos equipamentos que o carro zero km que você quer comprar oferece, pois alguns modelos custam menos, mas não oferecem quase nada para o comprador. Em compensação, há modelos que custam um pouco mais, mas contam com vários itens que se você fosse acrescentar posteriormente custaria muito mais caro. Neste caso, vale a pena gastar um pouco mais.

E não compre um carro novo sem antes se informar sobre as peças e manutenção, para ver se, quando precisar de algum conserto, ficará muito caro, assim como deverá levar em conta a questão das revisões e os valores que deverão ser pagos.

Por fim, lembre-se de ler atentamente a Ficha Técnica, para se informar sobre todos os detalhes do veículo, e fique atento à cor, pois alguns veículos têm maior procura no mercado a depender da cor, nesse caso, quando quiser vendê-lo será mais fácil.

Por Russel

Foto: divulgação


O Chevrolet Onix está tão bem em suas vendas que acabou competindo com dois modelos da linha de produtos da marca norte-americana: o Agile e o Sonic. Os dois veículos perderam espaço para o Onix e foram vítimas de seu sucesso, deixando de constar no site oficial da Chevrolet no Brasil, tendo suas importações interrompidas.

Os números mostram uma expressiva diferença entre as vendas do Onix, Agile e Sonic, justificando a decisão da Chevrolet em paralisar a importação destes dois últimos carros.

Foto: divulgação

Segundo informações da Fenabrave, desde o começo do ano até o mês de agosto, o Onix foi responsável por emplacar 91.236 unidades, sendo o terceiro carro mais vendido no mercado nacional. O Agile e o Sonic hatchback, por sua vez, registraram a venda de 9.547 e 4.246 unidades, sendo o 37ª e 49ª veículos mais comercializados do início do ano até agosto, respectivamente.

Além da versão hatch, o Sonic em sua carroceria sedan, que emplacou 2.706 unidades no mesmo período dos outros modelos citados, também sai do portfólio da Chevrolet no Brasil. Nessa modalidade de mercado, o Sonic sedan tinha uma competição interna com o Cobalt, que emplacou 28.589 carros, sendo o 19º modelo do ranking no acumulado deste ano, bem como com o Prisma, que é o décimo veículo mais vendido do Brasil com 54.474 unidades.

Foto: divulgação

Outro ponto em relação ao Prisma está no fato deste ser derivado da mesma plataforma do Sonic, ser fabricado no Brasil e, portanto, ter um preço mais em conta, garantindo uma vantagem sobre o modelo importado.

Deste modo, com a retirada do Sonic, a Chevrolet deixa de possuir um carro que representa a marca na categoria dos compactos premium. Contudo, o modelo pode ter sua importação retomada no futuro, diferentemente do Agile, que não está mais nos planos da GM devido ao sucesso do Onix.

Derivada do Agile, mas não tendo nenhuma concorrência interna, a picape compacta Montana continua presente no site oficial da Chevrolet.

Por fim, com a suspensão da importação do Agile e do Sonic, que vinham da Argentina e do México, respectivamente, a Chevrolet terá espaço na cota de importação para aumentar a quantidade de importação do utilitário Tracker, que vem obtendo bons índices de vendas e que é importado do México.

Por Caio Polo

Foto: divulgação


Ultimamente, com o crescente aumento nos preços dos veículos zero quilômetro, o mercado de seminovos tem ganhando espaço no segmento. Em média, no mercado brasileiro, com cerca de R$ 30 mil consegue-se um veículo popular zero km, como um Uno, Pálio, Gol, Corsa Sedan, Renault, etc. Porém, com motores 1.0 ou, no máximo, motores 1.3, com poucos itens de série.

No final de tudo, acaba tendo que complementar a compra, financiando o restante do montante e, consequentemente, elevando seus gastos nos anos seguintes. 

É sabido que, para se adquirir um veículo zero km completo, esse valor final passa da casa dos R$ 40 mil. A vantagem da aquisição é a pouca manutenção que se tem e a confiança que apenas você está utilizando aquele veículo, mas, ainda assim, vale lembrá-lo que o carro novo tem uma queda de preço com o passar dos anos.  

Foto: acritica.com

Por outro lado, se com esses mesmos R$ 30 mil o interessado fizer pesquisas no mercado de usados, verá que existem inúmeras opções de carros com muito mais opcionais, como: motor potente, banco de couro, freio ABS entre outros.

De acordo com informações da Agência Autoinforme, mostra-se que o mercado hoje possui mais de 460 opções de carros seminovos e usados, de todos os anos, marcas e modelos para todos os tipos de públicos.

Na faixa dos R$ 30 mil até os R$ 33 mil pode-se achar modelos como o Fusion, Golf, Passat, Audi A3 e até mesmo uma Zafira ou uma Grand Senic, todos completos e altamente potentes.

Finalizando, fica a dica: antes de bater o martelo na hora de comprar um carro, pesquise e faça o comparativo de mercado, se é vantajoso mesmo investir num carro zero km ou adquirir um seminovo ou usado com muito mais opcionais e livre de financiamentos.

Por Valter de Oliveira

Foto: divulgação


A fabricante de carros alemã Volkswagen informou o número de vendas de carros de passeio em janeiro de 2014. Segundo a empresa, foram vendidos mais de 515,7 mil veículos de passeio no mês em todo o mundo, o que representa um aumento de 4,8% se comparado com o mesmo mês do ano de 2013. A montadora tem muito que comemorar, tendo em vista que esta é a primeira vez que a empresa vende mais de 500 mil unidades em janeiro.

Os números são bem expressivos no Brasil, mas em outros mercados, a montadora teve queda nas vendas, como nos Estados Unidos, onde houve queda de 19%, vendendo aproximadamente 23,5 mil unidades. Na Rússia os números foram ainda menos esperançosos, houve queda de 26,6 % nas entregas de carros, representando o número de 8,6 mil veículos. No Brasil foram vendidos 35,9 mil unidades, o que representa uma redução de 22,1% na comparação anual. Em toda a América do Sul houve recuo de 21,3%. Na Índia, a queda foi de 26,6%, o que representa 4,6 mil carros.

Na Europa houve crescimento de 7,9% nas vendas, o que representa 126,2 mil unidades. No país de origem da empresa, a Alemanha, a expansão foi de 8,8%, o que representa cerca de 41,4 mil automóveis comercializados. Na China foram vendidos 267,8 mil veículos no primeiro mês deste ano. Já em Hong Kong, o aumento foi de 13,9%. 

A Volks recentemente investiu pesado em diferentes unidades em todo mundo. No Brasil, foram investidos mais de R$ 12 bilhões. Só a fábrica de Taubaté, em São Paulo, recebeu mais de R$ 1,2 bilhão em investimentos. Tudo para produzir os novos modelos da marca, com destaque para o Up!, que chegou às concessionárias no início de fevereiro. Ainda foram feitos investimentos na fábrica de São José dos Pinhais (PR), que ficará a cargo de produzir o novo Golf, na nova plataforma.

Por Robson Quirino de Moraes


O mês de Novembro fechou com ótimos números para algumas montadoras de carros e motos. A Volkwagem manteve a liderança e o Fiat Strada ficou em último lugar com menos de sete mil unidades emplacadas. Entre as motocicletas mais vendidas tivemos vários modelos da Honda.

Segue abaixo um resumo dessa  lista completa das duas categorias segundo informações da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores.  

Em primeiro lugar como já citado ficou om o Gol da Volkswagem com mais de vinte mil unidades vendidas, provando mais uma vez o gosto dos consumidores pelo popular lançado em 1995. Depois vem o Fiat Uno. Com a inovação de design desse modelo, o "Uninho" ganhou mais popualridade nos últimos quatro anos já que também apresenta maior qualidade e desempenho de motor, retirando o rótulo de "fracasso" de anos atrás.

Foram quase dezesseis mil unidades vendidas. O Palio também é um dos modelos populares mais bem aceitos na atualidade. Foram quase quatorze mil unidades emplacadas e as vendas progrediram por conta do bom funcionamento do motor e também pela repaginada que deixou o popular mais esponjado e robusto.

O Ford Fiesta ultrapassou as doze mil unidades e ocupa o quarto lugar do ranking. O Siena, considerado um dos preferidos da "família brasileira" manteve o número esperado pela montadora com quase onze mil e  seiscentas unidades.

Em sexto lugar vem o Onix, sétimo Hyndai HB20, oitavo Renault Sandero que rebaixou o Crossfox para a nona posição e finalmente, o Fiat Strada citado no início desta matéria como o último da fila. O Strada quase atingiu a marca de sete mil unidades decepcionando a Fiat que esperava por números maiores em virtude de seu lançamento.

Para as motos a Honda é a preferida e ocupa as primeiras cinco colocações com os modelos: CG 150, Biz, CG 125, NXR 150 e Pop 100. Em sexto lugar vem a Yamaha YBR 125. A Honda aparece novamente em sétimo lugar com a CB 300R, em oitavo com o modelo XRE 300, em nono com o NXR 125 e por fim, a Yamaha retorna para a lista com a Fazer 250. 

Por Luciana Ávila


Há vários custos associados com a compra e revenda de um carro novo.O combustível não é barato, impostos de circulação, manutenções necessários, enfim, muitos pontos que são de suma importância que estejam de fato bem claros na mente antes de comercializar seu automóvel.

Existem também outros  que devem ser considerados, como a quantidade de kit incluído, opções de escolha e economia. Mas, apesar de tudo isso, a depreciação ocupar o lugar de maior atenção necessária.. Então, se você quer um carro barato, você precisa de um que vai manter a apreensão de seu valor. Afinal, não há nenhum beneficio em ter  um carro comm motor potente e design atrativo, se o seu novo orgulho e alegria se tornará inútil depois de três anos. A menos que seja um supercarro exclusivo, sua nova aquisição vai perder valor assim que você dirigi-lo para fora do pátio.

Assim como você pode minimizar suas perdas?

Os valores de revenda futuros – ou valores residuais como eles são muitas vezes conhecidos – são afetados por uma enorme variedade de outros fatores que são vitais na escolha de seu próximo carro. Por exemplo, dois carros aparentemente idênticos podem valer valores muito diferenciados só porque eles são de uma cor diferente ou por causa dos motores ​​.

Os carros menores são mais apreciados quando em cores brilhantes. Mas em modelos maiores opções de cores conservadoras garantem melhores valores de revenda.

Os motores mais econômicos podem propiciar melhores chances de revenda. Mantendo o seu carro em bom estado é outro fator que obviamente valorizará no momento da revenda. As pesquisas de mercado são também sempre a melhor indicação tanto no momento de comprar ou revender seu carro, pois garante uma atualização quanto ao que o mercado tem ditado neste segmento, seja para adquirir um carro novo ou seminovo bem como revender seu automóvel usado.

Por Jaime Pargan


O universo automotivo é naturalmente competitivo, não somente nas pistas, mas também entre as grandes fabricantes e montadoras. Na corrida pela liderança, a Toyota, que representa o Japão, está no topo da tabela. Segundo informações da Jato Dynamics do Brasil, a companhia vendeu 517.125 unidades em agosto e garantiu o seu posicionamento. Já a Volkswagen da Alemanha permanece na segunda posição e vem seguida de perto pela americana Ford que ultrapassou recentemente a conterrânea General Motors e já aparece no retrovisor da alemã.

A distância entre as duas concorrentes é medida em número de vendas. Pouco mais de 27 mil unidades ainda impedem que a Ford possa chegar ao segundo lugar. Enquanto a Volkswagen vendeu 449.925 automóveis, a Ford emplacou 422.583 no mesmo período. Se comparadas com o mês de agosto do ano passado, a distância entre as duas era de cerca de 90 mil unidades. De lá pra cá, a alemã reduziu 4,7% das suas vendas enquanto a Ford cresceu em 10,9%.

Aqui no país o panorama dessa corrida é quase o mesmo. A Ford está em quarto lugar atualmente, com 28.500 automóveis comercializados em setembro e participa de 9,6% do mercado, segundo dados da Fenabrave.
No ranking mundial dos 10 mais vendidos, a Chevrolet (4°) vem logo depois da Ford (3°), seguida pela Honda (5°), Nissan (6°), Hyundai (7°), Kia (8°), Fiat (9°) e Wuling na última posição.

Por Ebenézer Carvalho


Para quem está afim de adquirir um veículo semi-novo, essa é a hora certa. Segundo dados do índice Autoinforme/Molicar nos oito primeiros meses do ano o preço do carro usado já caiu cerca de 6,2%. Somente no bimestre de Julho e Agosto a queda de preço foi de 3,1%.

Nenhuma das 16 marcas fabricadas no Brasil registrou aumento de preço nesse período, sendo que 6 delas tiveram índices de desvalorização abaixo da média, incluindo as gigantes Volkswagen e Fiat. Ainda segundo o índice, os preços da Chevrolet caíram 3,23% e os da Ford também tiveram uma queda ainda mais acentuada de 4,81%.

Os veículos da Audi foram os que mais tiveram queda no valor, em especial o A3, de fabricação nacional. Curiosamente, os veículos que menos tiveram queda em seus valores de mercado são de empresas que fabricam apenas utilitários, como a Agrale e a Iveco, que tiveram queda de apenas 0,43% e 0,94%, respectivamente.

A situação melhora ainda mais para quem procura comprar um carro importado aqui no Brasil. A Maserati Quatroporte 4.2 foi o veículo que teve a queda de preço mais expressiva entre julho e agosto: – 20% . Fusion Hybrid teve queda no preço de 18% e Volkswagen CC também com uma acentuada queda de 18%.

Por Ebenézer Carvalho


A Peugeot cogitou esta semana o lançamento do modelo 308R em série. O modelo já apresentado em vários eventos não deverá ficar apenas a arrancar elogios…

O diretor geral da fabricante francesa disse em entrevista a uma revista britânica que o modelo tem reais chances de ser produzido em série. O 308R usa o mesmo motor do conceito revelado no Salão Auotmóvel em Frankfurt.

Maxime Picat afirmou ainda que após o cancelamento do projeto Le Mans, a marca precisa de uma renovação do seu lado esportivo, típica caractrística da Peugeot. Para quem aprecia o visual super esporte, o modelo conta com dois tons de cores em sua pintura, rodas de 19 polegadas com raios duplos, sistema de escape entre outros atributos.

O motor é 1.6 THP que corresponde a cerca de 273 cv de potência o que significa um número maior que de costume. Esse modelo também foi desenvolvido pensando na leveza já que o capô e as portas são feitas de fibra de carbono.

Sua altura foi diminuída aproximadamente  em 26mm para contribuir ainda mais com o visual esportivo. Por enquanto os apaixonados da categoria devem aguardar a chegada do "hot hatch" para desfrutar desse estiloso francês recém saído do forno.  

Por Luciana Ávila

Peugeot 308R

 


A concorrência acelerada no mercado automotivo brasileiro, que tem 49 empresas na disputa pelo bolso do consumidor, tem deixado os valores com mais estabilidade durante o ano de 2013.

Sabe-se que o Preço de Verdade referente ao Carro Zero, ou seja, o valor real comercializado no mercado manteve a sua estabilidade no mês de agosto, após 4 meses de queda. Já o total acumulado em 2013 aponta para um crescimento de somente 0,5%, índice bastante abaixo em relação à inflação do período (2 pontos percentuais de acordo com informe do IPC da FIPE).

A pesquisa chamada Preço de Verdade, realizada pela Agência Autoinforme e Molicar, faz uma análise de preço referente a todos os novos modelos comercializados em mercado interno (carros importados e com fabricação nacional).

Mesmo com a pressão originada pelo aumento de carros importados, que vêm sofrendo com a alta cotação do dólar norte-americano, o segmento nacional mantém sua estabilidade, com somente 3 altas durante o ano (que ocorreu no primeiro trimestre), baixas em abril, maio, junho e julho, e estabilidade no mês de agosto.

Por Marcelo Araújo


O índice de produção de ônibus, caminhões, comerciais leves e automóveis no mercado brasileiro teve aumento de 9% no mês de agosto quando comparado com julho deste ano. No total, 340.469 unidades foram fabricadas em unidades fabris do País durante o período, sendo que no mês anterior este montante contabilizou 312.300.

As informações foram publicadas no último dia 5, quinta-feira, pela Anfavea – Associação Nacional das Fabricantes de Veículos Automotores. Em comparação com agosto do ano de 2012, o aumento foi de 2,3 pontos percentuais.

De acordo com Luiz Moan, Presidente da Anfavea, "este é o 2º melhor mês de agosto de toda a história no segmento". Moan ainda diz que o crescimento referente à produção reflete as ações do programa Inovar-Auto.

No mesmo momento em que a Anfavea divulga o balanço mensal, o presidente do órgão informa que os investimentos referentes às empresa do setor que são previstos para 2014 já estão somando R$ 72,6 bi.

No montante total contabilizado entre os meses de janeiro e agosto, o índice produtivo demonstrou aumento de 13,7 pontos percentuais com 2.509.574 veículos. Na mesma época do ano passado foram 2.206.444 unidades.

Por Marcelo Araújo


A montadora Ford cada vez mais conquista espaço na Índia. Suas filiais no país estão obtendo sucesso, especialmente no que diz respeitos às vendas do EcoSport. De acordo com a empresa, em 17 dias foram comercializados aproximadamente 30 mil veículos no local.

Tudo indica que esse grande índice de vendas se deva ao design do modelo, que de cara, agradou o consumidor indiano. Na verdade, o EcoSport tem feito sucesso e conquistado admiradores por onde passa. A aceitação da marca acabou estimulando a montadora a investir na implantação de outros modelos da Ford no mercado indiano.

De acordo com o presidente da Ford Índia, o sucesso do EcoSport pode ser atribuído também à massiva divulgação e empenho das filiais da marca no país. Logo após a apresentação do veículo no Salão de Nova Déli, em 2012, o carro foi propagado intensamente na mídia, em eventos locais e aos poucos ganhou as ruas.

O mercado indiano está em franca expansão e as expectativas de venda para o segundo semestre desse ano e também para 2014, permanecem em alta. Sendo assim, a Ford continuará investindo e apostando em novidades para agitar o cenário automotivo.

Por Larissa Mendes de Oliveira Soares


Para cada dois carros novos, uma moto foi vendida em Santa Catarina entre janeiro e julho deste ano. Enquanto no Brasil as vendas de motos crescem mais do que a de carros, no Estado a realidade é inversa. Especialistas afirmam que a explicação está no poder de compra da população de SC. Com mais dinheiro no bolso, o raciocínio padrão é para quê vou comprar uma moto, se posso ter um carro?

– Mesmo que as prestações da moto sejam mais acessíveis, assim que o consumidor percebe que a parcela do carro cabe no bolso, não pensa duas vezes e opta pelo automóvel – afirma o diretor da consultoria Jato Dynamics, Luiz Carlos Augusto.

Dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostram que, no Brasil, o número de novos carros nas ruas cresceu 5,79% no acumulado do ano até julho, em relação ao mesmo período do ano passado, enquanto o de motos aumentou 10,14%. Em Santa Catarina, a evolução foi inversa. O número de carros novos vendidos subiu 11,84%. E o de motos, bem abaixo, 3,16%.

O presidente da Fenabrave-SC, Sérgio Ribeiro Werner, diz que a modalidade de compra está em uma crescente no mercado de motos. Há 10 anos, de acordo com dados da federação, 60% dos clientes compravam através do consórcio. Há seis anos, apenas 5% dos consumidores faziam essa opção. Hoje, o consórcio é a preferência de 10% dos clientes e vem se recuperando a 30% ao ano.

Por Madson Lima de Oliveira


Segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a comercialização de veículos em geral (ônibus, comerciais leves, caminhões e automóveis) apresentou queda de 5,25% no mês de maio em relação ao mês de abril, período em que foi registrado um recorde mensal de emplacamentos no setor. Apesar da queda, quando comparado ao mesmo período do ano de 2012, foi observado um aumento de 10% nas vendas.

No final do mês de maio de 2012, foi observada no setor a grande quantidade de veículos nas lojas e nos pátios das empresas, o que fez com que o Governo desse desconto no IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados). Tal medida, que acarretou em mudanças gradativas e bastante significativas para as vendas, ainda se encontra em vigência e deve continuar nos planos do país até o último mês do ano, período em que poderá ser prorrogada ou não.

Neste mês, foram comercializados 316.225 veículos, 17.505 unidades a menos do que no mês anterior e 28.778 unidades a mais do que as verificadas em maio do ano passado.

Referente ao acumulado anual, o segmento registra um aumento de 8,57%, apresentando 1.480.366 veículos vendidos contra 1.363.53 no mesmo período do ano passado.

Por Marcelo Araújo


A explosão de vendas de carros importados em 2011 está bem longe de se repetir neste ano, 2012.

Conforme balanço do mês de maio, divulgado na última segunda-feira, 11, pelas importadoras tradicionais, representadas pela Abeiva, as vendas das marcas associadas caíram em 35,6% em comparação à mesma época em 2011.

Durante o mês de maio foram emplacadas 12.388 unidades. Em maio de 2011, as vendas chegaram à marca de 19.277 unidades.

Para a entidade, o recuo do mercado deve-se a dois principais fatores: o aumento da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para importados e a alta do dólar no ano.

Em nota divulgada, a Abeiva deixou claro que isso terá como reflexo a alta nos preços ao consumidor. "A partir deste mês, os estoques de automóveis de nossas associadas com o antigo IPI devem estar chegando ao seu final. Portanto, certamente terão de iniciar o repasse de custos", expôs Flavio Padovan, presidente da Abeiva e diretor-presidente da Jaguar Land Rover do Brasil.

São associadas à Abeiva: Audi, Bentley, BMW, Changan, Chery, Chrysler, Dodge, Effa Changhe, Effa Hafei, Ferrari, Hafei Motor, Haima, Jac Motors, Jaguar, Jeep, Jinbei Automobile, Kia Motors, Lamborghini, Land Rover, Lifan, Maserati, Mazda, Mini, Porsche, SsangYong, Suzuki e Volvo.

Fonte: UOL

Por Rafaela Fusieger


Acabam de ser divulgados, pela JATO Dynamics do Brasil, os dados acerca da comercialização mundial de veículos no ano de 2012.

A China aparece no topo da lista, como a maior vendedora de carros até março, entretanto, apresentou um crescimento pequeno (3,9%), haja vista o excelente desempenho do país no ano passado.

Em segundo lugar aparece os Estados Unidos, com o aumento significativo de 12,7%. Com o crescimento assombroso de 72,2%, o Japão ocupa a terceira posição. Em seguida surgem Grã Bretanha, Alemanha e Índia, que foi a grande surpresa da pesquisa, ultrapassando o Brasil devido ao expressivo aumento de 18,5% em março de 2012.

O Brasil, ao invés do esperado crescimento, apresentou uma queda de 1,6% nas vendas se comparadas ao mesmo período de 2011. Na sequência, aparecem a Rússia (com um crescimento de 12,9% nas vendas), a França (com a queda abrupta de 21,63%) e o Canadá (com o aumento de 2,7%).

Quanto à lista das montadoras, a Toyota manteve a liderança com um aumento de 30,6% nas vendas. Ocupando as posições seguintes estão a Volkswagen, a Ford e a Nissan. Surpreendentemente, a Fiat apresentou uma queda de 13,1%, certamente um reflexo negativo da crise italiana.

Por Larissa Mendes de Oliveira


O último balanço das vendas de automóveis e comerciais leves em todo o mundo, divulgado pela consultoria JATO DYNAMICS, referente ao mês de agosto, mostra uma briga bastante acirrada pela primeira colocação, entre a China e os Estados Unidos. O país asiático, que vendeu 1.074.988 unidades durante o oitavo mês de 2011, se manteve na liderança por uma baixa diferença, uma vez que o mercado norte-americano emplacou 1.072.277 unidades. A diferença poderia ser maior, uma vez que na China não são contabilizadas as vendas dos comerciais leves.

Na terceira posição do ranking está o Japão, com a venda de 324.922 unidades, uma queda de 23% em relação ao mês de agosto de 2010, seguido de perto pelo Brasil, na 4ª posição, que alcançou a marca de 307.798 unidades vendidas no mês. Entre os 10 primeiros colocados estão ainda a Alemanha (254.827), Rússia (224.764), Índia (213.053), Canadá (140.463), França (131.501) e Coreia do Sul (119.679).

Na lista das vendas acumuladas no ano, a liderança da China é um pouco mais folgada em relação aos Estados Unidos, 9.022.229 unidades contra 8.465.019. Japão, Alemanha e Brasil completam os cinco maiores mercados automotivos.

Já no ranking das montadoras, também divulgado pela JATO DYNAMICS, quem se deu melhor em agosto foi a Toyota, que vendeu 427.374 unidades em todo o mundo, apesar de uma pequena queda de 3,4% em relação a julho. Na segunda posição aparece a Volkswagen (392.808). Também se destacam a Ford (356.517), Chevrolet (349.956) e Nissan, com 279.568 unidades emplacadas no período.

Por André Gonçalves


Se na lista dos modelos mais vendidos do Brasil, no mês de setembro, quem leva a melhor é a Volkswagen, com o Gol, no ranking das montadoras a situação é diferente. A sua principal rival, a Fiat, continua na liderança, com o emplacamento de 60.477 unidades, levando em conta as vendas de comerciais leves e automóveis, o que significa uma parcela de 20,60% do mercado, contra 58.859 unidades da montadora alemã, que detém uma participação de 20,05%.

O ranking divulgado no site da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) contempla ainda a General Motors, que aparece na 3ª posição, com a comercialização de 53.670 unidades em setembro; a Ford, que vendeu 25.482 unidades; e a Renault, que emplacou 17.942 modelos no período. As 10 primeiras posições são completadas pela Hyundai (9.178), Kia (9.054), Toyota (8.926), Honda (8.541) e Citroën (7.721).

A lista das vendas acumuladas pelas montadoras presentes no país ao longo dos 9 primeiros meses de 2011, somados os emplacamentos de automóveis e comerciais leves, também é semelhante. A primeira colocação é da Fiat, que atingiu a venda de 561.692 unidades, seguida pela Volkswagen, com o emplacamento de 520.488 modelos. Entre os cinco primeiros ainda aparecem a GM (464.482), a Ford (235.866) e a Renault (132.311).

Somando-se as vendas de todas as marcas, desde o dia 1º de janeiro de 2011 até o dia 30 de setembro, foram comercializados 2.527.358 modelos, um aumento de 6,7% no número de emplacamentos, se comparado com a mesma época de 2010.

Por André Gonçalves


As vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil, durante o mês de setembro, apresentaram uma queda de 4,61% em relação a agosto. De acordo com os dados divulgados pela Fenabrave, foram comercializadas 293.617 unidades, ante 307.808 unidades no mês anterior. Por outro lado, na comparação com o mesmo período no ano de 2010, as vendas deram um pequeno salto, de 0,76%.

No segmento dos automóveis, a liderança das vendas segue com o Gol, da Volkswagen, que teve 24.591 unidades emplacadas em setembro, enquanto o Fiat Uno vendeu 22.169 modelos em todo o país. A terceira posição se manteve com o GM Celta, assim como em agosto. O modelo da marca norte-americana vendeu 13.665 unidades, contra 11.084 unidades do GM Corsa Sedan, que ultrapassou o agora quinto colocado, VW Fox/Cross Fox, cujas vendas alcançaram 9.821 modelos.

Entre os comerciais leves, a picape Strada, da Fiat, continua sem ser incomodada na primeira posição. Ela teve 9.646 unidades emplacadas, uma boa diferença para o segundo colocado, o VW Saveiro, que atingiu a comercialização de 5.771 unidades. As picapes S10, da GM (3.769); Montana, também da GM (3.651); e Hilux, da Toyota (3.075), completam as cinco primeiras posições do ranking.

No ranking dos emplacamentos acumulados de 2011, a situação é bem parecida. Nos automóveis, o primeiro colocado é o VW Gol, com 222.936 unidades vendidas, seguido pelo Fiat Uno (205.439). O Fiat Strada (90.860) e o VW Saveiro (53.713) também estão na dianteira dos comerciais leves.

Fonte: Fenabrave

Por André Gonçalves


O ranking mundial das vendas de automóveis de passeio e comerciais leves, divulgado mensalmente pela empresa de consultoria JATO Dynamics, confirmou o bom momento vivido pela indústria automobilística nacional, que terminou o primeiro semestre de 2011 na 5ª posição, com a venda de 1.637.776 unidades, um aumento de 9,5% em relação ao número registrado no mesmo período de 2010, que foi de 1.495.036 veículos.

Na 1ª posição, levando em conta o acumulado de vendas entre janeiro e julho deste ano, aparece a China, que vendeu 6.951.872 unidades, seguida de perto pelos Estados Unidos, com 6.332.501 unidades comercializadas. O interessante é que no país asiático estão contabilizados apenas os automóveis, ficando de fora os comerciais leves, ao contrário do que é feito nos outros mercados. Em 3º lugar está o Japão, que emplacou 1.903.775 veículos, enquanto a Alemanha, 4ª colocada, vendeu 1.731.223 unidades. A lista dos 10 melhores colocados ainda contempla a Índia (6ª), França (7ª), Rússia (8ª), Grã-Bretanha (9ª) e Itália (10ª).

Com relação às montadoras, a Volkswagen fechou os primeiros seis meses de 2011 na liderança, com a comercialização de 2.513.367 veículos. Na sequência aparecem a Ford (2.408.706), a Toyota (2.333.980), a Chevrolet (2.024.308) e a Nissan (1.705.151). 

Por André Gonçalves


A venda de automóveis e comerciais leves no mercado brasileiro, durante o mês de julho, atingiu 287.941 unidades, o que significa uma leve alta de 0,35%, em relação a junho (quando foram emplacadas 286.934 unidades), e de 0,95%, quando comparada com o sétimo mês de 2010. Os dados foram revelados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

As primeiras posições da lista dos modelos mais vendidos permanecem inalteradas. Em 1º lugar está o VW Gol, com 25.884 unidades vendidas; seguido pelo Fiat Uno, com 24.929 emplacamentos; GM Celta, com 12.073 veículos comercializados; e o GM Corsa Sedan, que vendeu 10.768 modelos. Completando o ranking dos 10 primeiros colocados, aparecem o VW Fox/CrossFox (8.890); Fiat Palio (8.845); Renault Sandero (8.690); VW Voyage (8.549); Fiat Siena (7.815); e Ford Fiesta (7.639).

No segmento de comerciais leves, a Fiat Strada lidera, com 11.298 unidades emplacadas em julho; seguida pelo VW Saveiro (5.841); GM Montana (4.138); e GM S10 (3.468).

No acumulado do ano, a disputa também se polariza entre VW e Fiat. Nos automóveis, o Gol lidera, com 171.136 unidades vendidas; enquanto o Uno alcançou 158.321. Nos comerciais leves, a Strada tem 69.979 modelos emplacados, contra 41.185 unidades do Saveiro.

Fonte: Fenabrave

Por André Gonçalves


O mercado automobilístico brasileiro foi o 4º colocado no ranking mundial mensal de vendas de carros, levando em conta os números referentes ao mês de abril de 2011.

De acordo com os dados informados pela JATO Dynamics, foram comercializadas por aqui 272.898 unidades (automóveis e comerciais leves), o que fez com que o país subisse 3 posições em relação a março, quando estava na 7ª colocação.

No topo da lista também houve mudança, com os Estados Unidos ultrapassando a China. Os norte-americanos emplacaram 1.157.760 unidades, contra 1.113.499 unidades do país asiático (os dados para a China incluem apenas os carros de passeio). Na terceira posição está a Alemanha, que comercializou 283.833 veículos.

Completando o ranking dos 10 maiores mercados automobilísticos do mundo aparecem: Rússia, Índia, França, Japão, Itália e Canadá.

Já no acumulado do ano, o Brasil é o 5º colocado, com a venda de 1.050.317 veículos (entre janeiro e abril de 2011). Já a China aparece na liderança, com o emplacamento de 4.839.144 unidades, seguida pelos Estados Unidos (4.217.712), Japão (1.317.270) e Alemanha (1.098.748).

Por André Gonçalves


A confiança dos consumidores brasileiros, de vez em quando oscilante em determinadas épocas do ano, segue em alta. Os motivadores dessa tendência são o aumento do número de empregos formais ao longo dos últimos anos, o acesso ao crédito e o crescimento da remuneração média, uma tríade que há muito é levantada. As classes emergentes, tais como a nova classe média, se aventuram em compras e adquirem desde pequenos produtos de consumo rápido a bens duráveis, entre os quais residências e veículos automotores.

A economia brasileira parece contribuir na decisão de investimentos dentro das fronteiras, inclusive por parte de empresas estrangeiras, como é o caso da Mazda Motor, que projeta dobrar suas vendas anuais para próximo de 2 milhões de carros em meia década em todo o mundo, com alta proveniente dos mercados indiano e brasileiro.

De acordo com Takashi Yamanouchi, presidente-executivo da montadora, a Mazda crê na possibilidade de vender no Brasil, na Rússia e na Índia (integrantes, juntamente à China, do bloco BRIC) 300 mil unidades, dando a entender, pois, a intenção de a empresa ingressar no mercado tupiniquim, uma vez que por aqui não revende mais veículos desde 1998.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


A Audi iniciou o que já vinha sendo esperado por muitos admiradores da marca. A pré venda do Audi A1.

O novo modelo é tão esperado pois traz toda a tecnologia da marca, assim como a esportividade característica. O motor turbo FSI acelera de o a 100 KM/h em menos de 9 segundos.

O desenvolvimento do A1 foi feito para aproveitar cada gota de combustível e assim evitar o desperdício de recursos. A cada 28 km rodados gasta-se apenas um litro de combustível. Além desse fator importante, o modelo conta ainda com transmissão S tronic, controle de funções via celular, faróis bixenon com LED e design marcante.

Quer ter a garantia de adquirir o seu na pré venda? Então corra até uma loja da rede Audi.

Por Teresa Almeida


O mercado europeu de automóveis está em declínio desde o fim do incentivo à renovação da frota. Um levantamento divulgado pela consultoria brasileira da JATO Dynamics mostrou que a Europa está 3,2% abaixo do índice de 2009.

Reino Unido, França, Alemanha e Itália, os principais compradores de carros, anunciaram resultados negativos em setembro, em relação ao mês no ano passado. Com essa queda, é esperado que as vendas da Volkswagen, Ford, Opel/Vauxhall, Renault e Peugeot caiam também.

Apesar das estimativas, a Ford melhorou a colocação no ranking dos mais vendidos. A fábrica ficou na frente da Renault. A BMW e a Mercedes também marcaram suas posições entre as 10 maiores marcas e passaram a Toyota.

Na Europa, os modelos mais vendidos em setembro foram o Volkswagem Golf, o Ford Fiesta, o Opel/Vauxhall Corsa, o Opel/Vauxhall Astra e o Volkswagem Polo.

O estudo completo da JATO Dynamics pode ser conferido no site oficial da empresa, clicando aqui. O artigo está em inglês.

Por Thais Longaray


A boa comercialização de veículos automotores desde o final de 2009 e inicio deste foi apoiada, principalmente, pela exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), medida adotada pelo governo federal para a obtenção de melhores resultados diante da crise financeira. Em agosto passado, contrariando as perspectivas mais otimistas, vendas consideráveis foram realizadas.

Para 2010, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) decidiu elevar a estimativa de produção de carros para 13,1%, bem acima dos 6,5% anteriormente conjeturados. Com essa alta, caso confirmada, 3,62 milhões de unidades deverão ser contabilizadas.

No quesito vendas a entidade manteve o prognóstico de 8,2%, ou seja, 3,4 milhões de veículos automotores. Segundo a agência de notícias Reuters, a Anfavea acredita que as exportações avançarão 57,9% neste ano em comparação a 2009, bem mais elevada que a estimativa anterior, de 30,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos ícones dos carros “pesados”, no bom sentido, de um passado nem tão distante, o cupê esportivo da Chevrolet, o Camaro está chegando novamente ao Brasil e estará a venda a partir de Novembro, inclusive já tendo uma quantidade razoável de encomendas do muscle car da Chevrolet que promete vir remodelado, potente e bonito.

A versão que chegará para os brasileiros será a top de linha (SS) que terá motor V8 6.2 Litros de 406 CV de potência e para tornar o ícone ainda mais atraente a Chevrolet está lançando, conforme matéria do site G1, um kit de personalização que promete deixar o modelo ainda mais próximo do seu futuro dono.

Serão cinco opções de cores de carroceria (branco, preto, prata, amarelo e vermelho) e o modelo poderá ter as faixas duplas nas cores prata, cinza, branca e preta, iguais ao que se viu no cinema. A tampa do tanque poderá ser em aço escovado, terá grade frontal, apliques estéticos no interior e capa protetora.

O Chevrolet Camaro vendido no Brasil terá câmbio sequencial de seis marchas, rodas de 20” e virá com uma maior distância em relação ao solo. Conforme informado pela montadora o espaço será de 15,6 centímetros, facilitando a movimentação do modelo tanto por ruas quanto por estradas.

Por Mauro Câmara


De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 01 de outubro, pela Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), no mês de setembro deste ano houve um decréscimo de 1,84% nas vendas de veículos no Brasil, em relação ao mês anterior.

Os dados incluem automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões emplacados no período. Em números totais, no mês de setembro deste ano foram vendidos no país 307.043 veículos, contra 312.812 unidades em agosto, este último sendo considerado o segundo melhor mês em vendas na história do setor.

Já considerando o acumulado nos nove primeiros meses deste ano, foram vendidos 2.501.905 veículos, o que representa um número 8,7% maior do que o mesmo período do ano anterior. Para a Fenabrave, isto indica que o mercado automobilístico ainda está aquecido.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


Os incentivos fiscais concedidos no final do ano passado e início de 2010 foram altamente vantajosos aos brasileiros, porque cada qual, à sua maneira e dentro das possibilidades (emprego, região, etc), conseguiu adquirir bens antes impensáveis, tais como veículos automotores fabricados no país em virtude da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) – estímulo encerrado em março.

Com todo o movimento e potencial, além de boa demanda, o país passou a ocupar a colocação na lista das nações com o maior número de carros comercializados, com incremento de 8,4% entre janeiro e agosto deste ano em comparação ao período similar de 2009.

De acordo com a Jato Dynamics, responsável pelo levantamento, a China é a principal potência no mercado, com expansão de 42,1% no número de carros vendidos na mesma base comparativa. Os Estados Unidos aparecem em seguida, com alta de 8,5%, e o Japão logo atrás, com avanço de 7,4%.

Segregado por marcas, o levantamento indica que a Toyota foi a melhor posicionada no acumulado deste ano, com venda de 3,7 milhões de veículos, escoltada pela Volkswagen, com 2,8 milhões de unidades.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


O ambiente vivido pelo Brasil remete a alguns, mesmo empiricamente, a abertura econômica brasileira durante a ditadura militar, embora o período e condições sejam totalmente alheias, muito diferentes. A euforia, talvez o termo mais exato para designar tal comparação – errônea dependendo do ponto de vista – é observada tanto dentro do país como no exterior.

O poder aquisitivo da população, o acesso ao crédito e o ingresso de milhares de pessoas das classes D e E à média surgem como motivador às empresas. Ah! Existe a desvalorização do dólar em relação à moeda brasileira – neste caso, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, assegura que a entidade está atenta. Para o assunto não discorrer além deste ponto e fugir do foco principal, citemos uma das esferas que melhor se comportou nos últimos meses: veículos automotores.

O setor nacional conseguiu recorde de vendas, mas são as montadoras estrangeiras as grandes interessadas atualmente. Até o final de 2010 cerca de 80 inaugurações de novas concessionárias agregadas à Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva) estão previstas. A Kia Motors, grande destaque, pretende sozinha implantar 20 locais.

A desvalorização do dólar, novamente à tona, é um dos principais fatores, tanto que entre janeiro e agosto deste ano mais de 60 mil carros das associadas à Abeiva foram comercializados, alta de 148,9% em comparação ao período similar do ano passado. A própria entidade, segundo o portal de Economia UOL, acredita que em 2010 mais de 90 mil unidades serão vendidas e outras 120 mil em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor de veículos reagiu bem à exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) empregada até março de 2010. Um arrefecimento natural e já esperado por especialistas foi diagnosticado nos meses subsequentes, exceto em agosto, quando o segmento obteve alta considerável no concernente aos carros nacionais comercializados.

Veículos usados, na mesma convergência, obtiveram alta, assim como o volume de emplacamento dos carros importados, que no mês passado contraiu acréscimo de 19,9% em comparação a julho. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiba), em confronto anual a ampliação alcança o percentual de 154,6%, ocasião na qual quase 4 mil unidades foram vendidas (em agosto atual, 10.041 unidades constatadas).

A baixa taxa de comparação do ano passado deve-se em grande parte à crise financeira global e ao aumento do dólar. Agregado a esses dois fatores há o já mensurado IPI aos carros nacionais. Os importados, de acordo com o portal de notícias G1, contam com taxa de importação de 35% sobre o valor do veículo.

No acumulado deste ano o crescimento é ainda mais evidente, com percentual superior em 148,9% neste ano ante o período similar de 2009. Segundo José Luiz Gandini, presidente da associação, cerca de 90 mil unidades serão emplacadas até o fim de dezembro próximo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial gerou número infindável de alertas a todos as nações do planeta e a todos os setores. Com duração considerável, os efeitos do colapso ainda são sentidos significativamente pela União Europeia e pelos Estados Unidos, basicamente diferente do ambiente observado nos países emergentes.

Um dos setores que teve lá seus entraves foi o de veículos automotores. Atualmente, com os mercados mundiais já parcialmente estabilizados, uma montadora parece estar atenta. Trata-se do grupo Volkswagen, que em agosto apresentou alta nas vendas de 11,2%, porém com ritmo bem mais ameno em comparação a meses anteriores.

Christian Klinger, diretor de vendas da Volks, afirma que o grupo seguirá cauteloso nos próximos meses devido a riscos no mercado automotivo mundial. Nos negócios estabelecidos na Alemanha houve recuo nas vendas, mesmo depois da instauração de um programa de incentivo voltado à renovação da frota, em 2009.

Por outro lado e mesmo com as expectativas mais retraídas, segundo a agência de notícias Reuters, o crescimento vigoroso observado na China, nos EUA e na Rússia contribuíram à VW contabilizar elevação de 13,4% nas entregas globais de automóveis no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Agora não é só celular, relógio, televisão entre outros produtos que se pode adquirir pela internet. Carro também pode ser comprado pela grande rede.

A partir deste mês conforme matéria do site G1, a Peugeot do Brasil estará colocando a venda seu Hatch 207 X-Line na sua versão de entrada através da internet no site Peugeot on-line, onde não só o futuro proprietário poderá comprar o veículo como também poderá escolher opcionais para equipar seu modelo, como ar condicionado ou direção hidráulica pagando os preços adicionais referente a estes itens, assim como poderá ainda escolher também pintura metálica, que é opcional para as duas versões do Hatch à venda: a versão três portas com preço que parte de R$ 27.950 e a versão cinco portas que parte de R$ 29.990.

Além da comodidade da compra pela internet o cliente estará comprando um modelo bastante atraente, de design agradável, moderno e elegante e que carrega a grife Peugeot. Esta versão X-Line do Hatch 207 tem propulsor Flex 1.4 8V que pode gerar até 82CV de potência e nos itens de série já estão incluídos mostrador digital e volante regulável entre outros itens.

Por Mauro Câmara


Depois de o governo brasileiro anunciar, definitivamente, o fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em março passado, empresas e trabalhadores atuantes no segmento de veículos automotores preveram queda nas vendas, apesar de algumas concessionárias e montadoras estimarem manutenção significativa caso promoções viessem a surtir efeito significativo.

Pois bem, eis que agosto foi o segundo melhor período de toda a história da indústria automobilística no país, somente inferior ao terceiro mês deste ano. Reportagem arrolada pelo portal de notícias G1 revela que no período em questão cerca de 343 mil unidades foram comercializadas, alta de 3,4% em confronto a julho e 21,1% ante momento análogo de 2009.

O acumulado anual também ostenta alta e recordes, pois quase 2,2 milhões de veículos automotores foram vendidos, expansão de 10% em relação ao período igual do ano passado. As informações aqui emitidas têm por alicerce os dados exprimidos pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). O resultado só se confirmará na semana que vem, ocasião na qual a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) proferirá seu posicionamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dando claros sinais de que a crise ficou no passado e que a demanda do mercado brasileiro de automóveis continua em alta, a ABEIVA (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) divulgou pesquisa de desempenho das importadoras independentes de carros no mês de Julho. E o resultado foi uma alta de quase 10% em comparação com as vendas no mês de Junho. Enquanto em Junho foram vendidos 7.462 importados, no mês passado chegou-se a 8.377 automóveis importados vendidos. Na comparação com o mesmo período do ano passado o aumento foi de 117,1%, representando um desempenho excelente do setor.

E o aquecimento da demanda, que aparentemente dá indícios de que continuará em alta, faz com que o setor tenha projeções otimistas para o encerramento do ano de 2010. Inicialmente a Abeiva estimava que este ano fosse fechado com o setor tendo vendido algo em torno de 80 mil unidades. No entanto, como dito, se mantido o ritmo de vendas no mesmo patamar atual poderá se chegar a 90 mil unidades de importados emplacados em 2010, demonstrando o excelente momento que o mercado de carros atravessa no país.

A associação reúne hoje no total 29 marcas de fabricantes de veículos importados, com a entrada neste mês da Mini. O que também ajuda a aumentar a estimativa dos números finais do setor em 2010. Pois somente de Janeiro a Julho, no total, foram vendidos 50.777 veículos importados. No mesmo período de 2009, apenas 20.250, resultado que realmente comprova que a crise já passou.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Apenas 23 mil unidades separaram o Brasil, quarto lugar, da Alemanha no  mercado de veículos do mundo. Sim, em uma disputa acirrada, o Brasil levou a melhor e retomou o posto.

Ao todo, mais de 1,8 millhão de carros foram vendidos. Em primeiro lugar segue a populosa China (10,2 milhões) que cresceu 54% em vendas de veículos no primeiro semestre.

O impressionante número compreende apenas dados de carros de passeio, enquanto os demais concorrentes aliam a esse carros comerciais leves. Em segundo lugar vem Estados Unidos (6,6 milhões) logo seguido pelo Japão (3,1 milhões). Há quem diga que até 2020 o Brasil encostará no líder. É esperar para ver.

Por Mayara Paz


No mês de julho, o número de automóveis e veículos leves comerciais vendidos no Brasil chegaram a 285.299 unidades. Mesmo com a alta do IPI e Gastos como férias, por exemplo, todo esse volume de carros foi emplacado segundo a Fenabrave (Federação Nacional de Veículos Automotores).

Os dez veículos mais vendidos foram: Volkswagen Gol, 25.424 unidades vendidas, geração quatro e cinco, que ficou novamente em primeiro lugar, mesmo com aperto; em seguida vem a dupla Fiat Mille/Uno, 23.163 unidades; depois o Chevrolet Celta 13.916;  Volkswagen Fox/CrossFox 12.87; Fiat Siena 12.253;  Chevrolet Classic/Corsa Sedan 12.099; Fiat Palio 11.302;  Fiat Strada 10.194;  Ford Fiesta 7.440; e em 10º lugar o Volkswagen Voyage 7.409. 

Entre as montadoras, a FIAT já é a líder em vendas no mercado, com 24,57% da fatia, e é a que está brigando mais fortemente pela liderança do carro mais vendido que ainda é da Volkswagen, com o gol. Ao que tudo em indica, a FIAT está no caminho certo para conseguir o que deseja (ser líder em vendas e com o carro mais vendido do mercado).

Se quiser saber mais sobre o volume de automóveis vendidos ou emplacados visite o site da Fenabrave ou o Portal UOL.

Por Roberta Lima


O fim do famoso Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em março último, ao setor de veículos automotores e linha branca (fogões, geladeira e máquinas de lavar), ocasionou queda nas vendas dos produtos atendidos por esses segmentos desde abril, consequência já aguardada anteriormente. Após esse período de, digamos, recesso, principalmente em maio, a comercialização de carros indicou crescimento em junho.

De acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), até 15 de junho, terça-feira, as concessionárias espalhadas pelo Brasil venderam mais de 122,3 mil automóveis e comerciais leves, representando, pois, crescimento de 13,72% sobre o volume constatado na primeira quinzena do mês passado. Em confronto ao período igual de 2009, entretanto, queda de quase 4,5% foi assinalada.

Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 ressalta que esse arrefecimento anual, por outro lado, sofreu influências diretas de possibilidade do fim do IPI naquele período, o que fez os consumidores brasileiros correrem às concessionárias.

A Fiat, revela o G1, foi a líder de vendas em maio, com fatia de 24,61% do mercado brasileiro. Em seu encalço apareceu a Volkswagen, General Motors e Ford. A tendência, daqui em diante, é de manutenção pelo setor, com possível queda em virtude de palavras emitidas pela equipe econômica do governo em relação a uma provável diminuição do poder de compra da população.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial foi superada com certa destreza pelo Brasil. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, afirmou a vários veículos de comunicação brasileiros que a nação foi uma das últimas a sentir os abalos do colapso e a primeira a deixar o ambiente negativo propiciado pelo agravante problema.

Algumas medidas foram adotadas pelo governo, eficazes, claro, pois o nível de crescimento do país é um dos mais notáveis em todo o mundo. Uma das principais iniciativas foi a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a veículos automotores, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e construção civil. Porém, como boa parte da população tem conhecimento, desde 1º de abril o benefício deixou de existir quase em sua totalidade.

O portal mercado do UOL relacionou em 9 de junho, quarta-feira, que o preço dos automóveis novos aumentou mais de 1,8% no acumulado entre abril e o mês passado, conforme dados levantados no Índice de Preços ao Consumidor Amplo. André Beer, ex-presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), atualmente prestando consultoria ao segmento, reflete que dependerá das montadoras e das concessionárias a manutenção das vendas por meio de promoções.

Apesar dessas declarações, as próprias associações da esfera automotiva acreditam que a desaceleração é um efeito normal durante os próximos meses em virtude da volta da alíquota do IPI.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor de veículos automotores obteve grande avanço nos primeiros três meses de 2010 em função do benefício concedido pelo governo, a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), auxílio estendido, também, à linha branca e a materiais de construção.

Desde que deixou de vigorar esse amparo, em 1º de abril, o segmento observou queda nas vendas, tais como a ocorrida em maio deste ano, com arrefecimento de 10% na comercialização de veículos em comparação a abril. A agência de notícias Reuters indica que o número de carros vendidos no mês passado é similar aos resultados alcançados no período igual de 2009.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) ressaltam que a constatação de quase 253,9 mil veículos vendidos em maio poderá sofrer reajuste quando, finalmente, os dados forem consolidados pelas duas organizações.

A Reuters indica que a média de vendas por dia útil no mês passado foi de exatos 11.233 automóveis, baixa de 14,3% ante a média assinalada em abril, período em que o IPI voltou à tona, de 13.110 veículos diários.

Fonte: Reuters

Por Luiz Felipe T. Erdei 


Com grande comercialização até o último dia de março deste ano, o segmento de veículos automotores conquistou recorde atrás de recordes, em grande parte ocasionados pela redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Após 1º de abril os consumidores que antes não conseguiram adquirir seu automóvel passaram a contar somente com promoções oferecidas pelas concessionárias.

Embora sejam esperadas quedas nas vendas no transcorrer de 2010, Cledorvino Belini, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), acredita que as montadoras deverão produzir aproximadamente 3,4 milhões de carros neste ano, ampliação de 8% em comparação a 2009.

Para ele, conforme reportagem divulgada pelo portal de economia Terra, o mercado interno passou a se ajustar a um novo nível de desenvolvimento, embora menor, com aumento sólido. Por outro lado, indica preocupação em relação ao mercado externo, uma vez que a desvalorização da moeda norte-americana ante a brasileira fez com que os veículos nacionais perdessem competitividade no exterior.

Fonte: Terra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Segundo duas empresas americanas de consultoria o mercado brasileiro de automóveis tem evoluído bastante. Hoje ocupamos a quinta posição no mercado mundial. Mas a previsão é que devemos subir pelo menos uma posição em 2010 ultrapassando a Alemanha, um dos polos automotivos global.

As razões para o aumento de vendas no Brasil se deve à redução de impostos como o IPI, e também devido à oferta de crédito e prazos maiores de financiamento que, em alguns casos, podem chegar a 80 meses. Com isso, o percentual de brasileiros com condições de adquirir um veículo zero quilômetro aumentou de 10% para 16%.

Já no país germânico houve retração depois que o governo retirou incentivos na ordem de 2500 euros para que as pessoas trocassem seus veículos usados por novos. O objetivo disso era uma forma de diminuir a emissão de poluentes, pois carros antigos consomem e poluem mais que os novos.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: Terra





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